domingo, 3 de fevereiro de 2013

Mafiosi teenagers in love - Capitulo 4

Imagem de blue eyes, brown hair, and cute girl

De repente começou tocar David Guetta – Titanium ft. Sia, eu puxei o Justin e comecei a dançar com ele na pista de dança. Ele dançava comigo e me olhava, então não me aguentei e o puxei para perto de mim e o beijei, ele correspondeu na hora. Ele me apertou contra o seu corpo e pegou na minha cintura e eu fiquei com minhas mãos em volta do seu pescoço.
♦♦♦
Parei o beijo e o fiquei olhando e ele fazia o mesmo, que merda eu fiz beijando esse cara? Estou me divertindo, mas não posso me distrair de quem eu sou realmente. Eu cheguei perto dele e fui até o seu ouvido e falei:
- Vamos embora, acho que eu não estou com mais pique para isso. – Percebi que ele se arrepiou e eu dei uma risada. – Não sabia que podia te arrepiar. – Sussurrei o ouvido dele.
- Mais do que você pensa. – Ele sussurrou no meu ouvido com aquela voz rouca e sexy o que me fez arrepiar e ele riu. – Você também se arrepia fácil. – Ele deu um sorriso e me puxou para fora daquele lugar.
 Entramos no carro dele e ele perguntou:
- Quer ir lá em casa? Tem uma sala de jogos dá para gente se divertir. - Disse Justin, sei bem "divertir", mas vou me desligar um pouco da minha vida real.
- Melhor que aguentar meus pais. – Respondi e rimos. – Tem que tipo de jogos lá? - Entrando no clima de uma "diversão", haha.
- Vários, quando chegar lá você vai ver. - Ele falou ligando o carro. - Posso te fazer uma pergunta?
- Já fez uma. - Respondi o olhando num tom de diversão, e eu adorava dar essas respostas.
- Besta. - Ele disse revirando os olhos. - É serio. - Ele manobrou o carro para sairmos dali, e ele era bem habilidoso com aquilo, com um carro, mesmo com pouco espaço, talvez ele não seja o filhinho de mamãe que eu pensei que ele fosse, deve aprontar poucas e boas com o carro, acho que ele bate uns rachas, afinal ninguém com 18 anos sabe dirigir assim se não foi contra a lei.
- Pergunta. - Falei o encarando, realmente estava me interessando, coisa que eu não devia fazer.
- Por que me beijou? - Ele perguntou num tom de curiosidade, e eu realmente estava gostando daquilo.
- Porque você é sexy. – Disse, pois não gosto de enrolar, digo na hora.
- Sincera, gosto disso. - Ele já estava na estrada de volta para casa. - Você também é muito sexy e atraente. - Ele me mediu rapidamente e depois voltou a atenção ao volante.
- Sei muito bem Baby. - Dei uma risada.
- Convencida. - Ele falou para mim.
- Sempre. – Dei um sorriso.
- Pensei que você era bem chata. - Ele falou e deu uma risada, e sem receio nenhum. E quase ninguém é tão direto assim comigo, a não ser o Big Nercessian.
- Eu também. – Disse com uma risada abafada. Depois dessas palavras não se ouvia mais nada, o silêncio ficou tenso, odeio quando isso acontece. – Então... Assunto? Esta tenso o clima se não percebeu.
Justin apenas riu e falou:
- Não tenho assunto e qualquer um perceberia o clima tenso. – Rimos.
- Acho melhor você parar o carro. – Me senti enjoada. – Se não você vai ter que lavar o seu carro, porque eu estou enjoada. – Ele parou rapidamente, eu abri a porta e eu vomitei, ok aquela bebida  sem comer nada me fez mal. Senti um gosto horrível na boca e peguei uma bala que havia dentro da minha bolsa. – Acho melhor eu ir para casa, não estou bem. – Disse voltando para o carro.
- Tudo bem. – Ele disse e ficamos em silêncio o caminho inteiro. Quando chegamos ao condomínio, eu fui pegar meu carro no estacionamento de visitas e Justin foi para casa dele.
Que merda, realmente queria me divertir com ele, é realmente uma pessoa interessante, faz muito tempo que não me interesso por ninguém desse jeito, e não do jeito romântico, do jeito de querer jogar na parede e rasgar a roupa sem pensar nas consequências.
Entrei no carro e estava tentando ver se parava essa tontura que eu estou sentindo. Dei partida no carro e fui para minha casa e guardei na garagem. Subi para o meu quarto e fui para o banheiro escovar os dentes para sair aquele gosto horrível de vomito misturado com bala. Sai do banheiro e deitei na cama para vê se passava. Fiquei um tempo assim até ouvi alguém bater na porta do meu quarto.
- Quem é? - Perguntei.
- Sou eu, Nolan. - Respondeu do outro lado da porta, droga.
- Entra. – Respondi e o mesmo entrou, sentou na cama e me observou.
- O que aconteceu? - Perguntou me encarando, agora lá vem o mimi.
- Bebi sem nada no estomago e acabei vomitando. - Disse explicando, mas já com o receio dele querer cuidar de mim, eu gosto até, mas... Eu me sinto fraca, e eu não sou!
- Esta melhor? - Ele perguntou num tom de preocupação.
- Estou tonta. - Respondi querendo parar de falar, porque conversar só piorava a tontura.
- Seu pai nem pode saber. - Ele disse, meio que me lembrando que meu pai é um chato, e com certeza falaria que isso é causa de algum descuido meu e blá blá.
- É verdade. – Disse suspirando pelo fato de estar agoniada com toda aquela tontura e ânsia. – Preciso ir ao banheiro. – Levantei da cama correndo para o banheiro e vomitei, quando terminei escovei os dentes umas duas vezes e depois passei algum enxaguante bucal de menta na boca.
- Quer ir ao médico? - Ele perguntou já em pé na beirada na cama.
- Não, ele vai me passar remédios. – Fiz uma careta. – Remédios são ruins. - Tentando dar uma desculpa, odeio médicos, principalmente porque eu não posso dar minha identidade verdadeira.
- Não tem graça, você não está bem. – Nolan sempre foi muito cuidadoso comigo, até nos momentos que estou errada.
- Nolan... – Tentei insisti para não ir, mas ele me interrompeu.
- Não quero saber o que você vai falar, se arruma que a gente vai ao médico, seu pai não vai descobrir. - Ele disse autoritário.
- Tudo bem, mas dá para sair para eu me trocar. – Disse tentando fazê-lo sair para eu tentar fugir dele.
- Não, eu sei que quer fugir de mim e apesar de que eu já vi isso tudo. – Ele fez uma cara maliciosa.
- Eu vou assim mesmo, só me deixa colocar meu salto. – Eu coloquei o salto arrumei o cabelo que estava um pouco bagunçado pelo fato de que eu estava deitada. – Vamos?
- Vamos, aproveita enquanto seu pai saiu. - Nolan respondeu.
- É. – Disse saindo do quarto.
[...] No médico.
- Sra. Smith a sua ânsia e tontura não foram causadas pela bebida. – Disse o médico falando o meu sobrenome falso e eu e Nolan só prestávamos atenção nele. – Pode ser uma gravidez, mas não tenho certeza. –  ESPERA, GRAVIDA? MAIS COMO ASSIM. – Você teve alguma relação sexual com alguém nesse ultimo período? – Eu e Nolan nos entreolhamos. Faz um mês que eu fiz sexo com o Nolan e na semana passada eu fui de novo com ele.
- Sim. – Disse olhando para o médico.
- Olha Sra. Smith não fique preocupada antes do tempo, pode só ter sido passageiro, não tenho certeza de nada. Só preciso que faça um exame de sangue, o resultado sai daqui uma semana. – Ele me entregou um papel para entregar na sala onde tira sangue. Sai da sala junto com o Nolan que também ficava quieto. Fiz tudo que o médico pediu e fomos para o carro.
- Nolan. – O chamei e ele me olhou. – E se for verdade? E se eu estiver grávida de você? Meu pai te mata e depois me mata também.
- Se for verdade eu vou assumir e se seu pai quiser me matar eu não saberia o que fazer, mas não temos nada confirmado. – É ele não me ajudou em nada. – Olha eu sei que eu não estou ajudando Anne, mas sabe eu nunca recebi uma noticia que eu poderia ser pai. Apenas vamos esperar o resultado.
[...] Uma semana depois...
Hoje eu e Nolan pegamos o exame de sangue e estamos indo ao medico para ver o resultado.
[...]
O médico ficava em silêncio observando os papeis enquanto eu e o Nolan ficávamos todos afobados querendo saber qual é o resultado.
- Eu não sei vai ser boa ou ruim a noticia que eu vou dar. – O medico ia falando e eu ficava mais nervosa, fala logo pelo amor de Deus. – Sra. Smith você não esta grávida, era apenas uma queda de pressão que fez acontecer isso tudo, mas tome cuidado, vou te passar um remédio e sempre coma corretamente, isso poderia ter causado um desmaio ou coisa pior, pressão não é brincadeira. – Ele me deu uma receita e nós saímos daquela sala e eu estava toda feliz, e não ia tomar remédio nenhum, me poupe.
- Nolan que bom que eu não estou grávida. - Disse aliviada.
- Que bom que eu vou viver. – Nolan disse e nós rimos. – Mas até que seria legal eu ter um filho seu.
- Credo Nolan, não quero ter filhos tão cedo. - Disse a ele.
- Vamos para casa? Acho que seu pai esta desconfiado. - Ele disse mudando já de assunto.
- É melhor irmos mesmo. - Concordei com ele.
Nolan e eu fomos para casa. Ai que bom só de pensar que eu não estou grávida me dá uma felicidade, não que eu não queira ter filhos, é que não queria que um filho meu viesse viver nesse mundo que eu vivo. Quando chegamos a minha casa eu e o Nolan subimos para o meu quarto. Estávamos deitados e eu resolvi puxar assunto.
- Nolan como você ficou depois de saber que não ia ser pai? - Perguntei curiosa, eu gosto de saber de tudo, sou meio do tipo controladora.
- Bem, pois não quero ser pai cedo e como eu te disse mesmo se fosse verdade eu iria amar a Ideia de ter um filho seu, mas também não queria que um filho meu no mundo da mafia. - Disse respondendo minha pergunta, e sabia muitos motivos para ele não querer criar um filho na mafia, afinal ele não é que nem eu, ele não cresceu na mafia, eu que trouxe ele para esse inferno.
- Leu meus pensamentos? - Ri pelo fato de pensarmos iguais, ou talvez a maioria das pessoas que vivem na mafia pensem assim, mas sei lá.
- Não, apenas pensamos igual. - Me respondeu.
- Acho que ninguém queria que o filho ou filha vivesse no mundo da mafia. - Disse pensando no que eu já passei na minha vida toda.
- É verdade. Mas então o que vamos fazer?  - Nolan perguntou.
- O que você quiser. – Respondi maliciosa.
- Acabamos de ter um problema por causa disso, tem certeza? - Perguntou num tom de precaução.
- Tenho e depois eu estou tomando anticoncepcional e existe uma coisa chamada camisinha. – Eu sei que é arriscado fazer isso na minha casa, mas meu quarto é tecnicamente a prova de sons, o que ferra é a janela, mas se o passarinho quiser ouvir, eu que não vou impedir haha. Fui até a porta e tranquei a mesma.
P.O.V Nolan
- Tenho e depois eu estou tomando anticoncepcional e existe uma coisa chamada camisinha. – Ela nunca tem medo de fazer nada e eu amo isso nela. Ela trancou a porta, apagou a luz e veio até mim. – Não tenha medo Nolan, ninguém vai saber o que a gente está fazendo. – Disse ela com uma voz sexy sussurrando no meu ouvido e beijando meu pescoço. Ela subiu em cima de mim e tirou minha blusa e eu tirei a dela, começamos com um beijo lento, mas de repente ficou mais intenso e começou a ficar rápido. Em um movimento rápido troquei nossas posições e fiquei por cima dela segurando seus braços contra a cama, comecei a beijar seu pescoço e desabotoar sua calça e tirei a mesma, ela começou a desabotoar minha calça e abaixou um pouco e tirou com seus pés.  Paramos por um tempo e ficamos nos encarando. Ela me puxou e me beijou novamente, ficando por cima de mim.
P.O.V Anne
Nolan me enlouquece, quando ele me olha com aqueles olhos. Sei que somos “Amigos”, mas o que tem às vezes a gente colorir a amizade um pouquinho? Estávamos ainda nas preliminares, eu estava de sutiã e calcinha e Nolan de cueca box vermelha. Nolan começou a passear a mão boba dele pelo meu corpo e tirou meu sutiã. Ele beijava meu pescoço e ia descendo aos poucos, aquilo estava me enlouquecendo.
- Nolan vamos começar? Você já provocou demais. – Ele só riu e foi atrás da calça dele e pegou a carteira dele onde estava a camisinha e colocou a própria. Ele voltou para cama e me beijou. Quando ele parou de me beijar me olhou por um tempo, então num movimento o fiz ficar por baixo de mim.
- Começamos então vamos terminar. – Ele riu e me puxou, me beijou e desceu lentamente suas mãos para a minha calcinha e tirou, tirei sua cueca e ele subiu em cima de mim e me penetrou, gemi um pouco alto.
- Tudo bem? - Ele perguntou.
- Tudo sim. Continua. – E ele continuou. E como eu estava com um pouco de dor arranhei as suas costas.
[...]
Chegamos ao ápice e gozamos, as nossas respirações estavam descontroladas. De repente alguém bateu na porta. MERDA!
- Quem é? - Perguntei ainda deitada na cama.
- Sou eu filha. – Meu pai. FUDEU, FUDEU E FUDEU. Fiz um sinal para o Nolan pegar as coisas dele e ir para o banheiro.
- Pai eu estou me trocando, tem como vir depois? - Disse tentando enrolar.
- É rápido filha. – AI MEU DEUS ME AJUDA.
- Tem alguém no corredor? – Disse tentando ganhar tempo para o Nolan arrumar as roupas jogadas. Deu-me uma vontade de rir daquela cena dele desesperado pegando as coisas dele e chutando as minhas para de baixo da cama.
- Não, por quê? - Meu pai perguntou desconfiado.
- Porque eu não vou sair de roupão ai se tivesse alguém. – Peguei meu roupão e coloquei, Nolan entrou no banheiro, dei uma ultima olhada no quarto e abri a porta. – O que você quer?
- Amanhã eu vou viajar com sua mãe e só volto depois de uma semana. – AI QUE ÓTIMO A CASA SÓ PARA MIM. UHU, só que não, ele sempre coloca uns capangas no meu pé para eu não fazer merda, mas nunca dá certo, porque eles não são meus pais.
- Só isso? – Falei com cara de tédio. – Não é novidade para mim. – Disse fechando a porta, mas ele impediu.
- Mais eu não tenho certeza se volto em uma semana posso demorar a voltar, cuidado e não faça nenhuma besteira. - Disse ele as baboseiras de sempre.
- Tudo bem, pode ir, preciso terminar de me trocar, mas acho que vou tomar um banho. - Disse tentando fazendo ele sair da porta do meu quarto logo.
- Tchau. – Ele disse e saiu, e então eu fechei a porta.
- Nolan pode sair. – Ele saiu com a toalha na cintura.
- Nossa que susto, o que ele queria? - Nolan perguntou mexendo no seu cabelo.
- Ele vai viajar com a minha mãe, só volta em uma semana, mas talvez demore mais. – Fiz uma dança maluca e Nolan começou a rir. – Bom vou tomar banho e você é o próximo, porque não vai tomar banho comigo.
- Ta chefinha. – Eu apenas ri e entrei no banheiro. Uns dez minutos depois eu sai do banheiro com o roupão.
- Pensei que tinha desmaiado lá dentro. - Disse Nolan com cara de tédio.
- Besta. Vai logo antes que alguém chegue. – Ele entrou e eu fui para meu closet e coloquei uma roupa de casa mesmo, não ia sair. Troquei os lençóis da cama e levei para a lavanderia sem que ninguém me visse. Voltei para o meu quarto, coloquei outro lençol e peguei meu edredom, pois estava um pouco frio. Peguei o controle da TV e fiquei assistindo qualquer coisa.  Depois de um tempo Nolan saiu do banheiro com a toalha na cintura.
- Você não tem roupa aqui, esqueci. – Percebi que ele não tinha uma roupa ali. – Vou lá ao seu quarto pegar, já volto. – Fui ao quarto do Nolan e peguei o que ele precisava e voltei para o meu quarto. – Toma. – Disse entregando suas coisas.
- Obrigado. – Disse voltando ao banheiro para se trocar. Deitei na cama e me cobri. Depois de um minuto Nolan saiu todo cheiroso do banheiro. Ele veio até a cama e deitou do meu lado.
- Assistindo o quê? - Ele disse me abraçando de lado.
- Nem sei. - Respondi.
- Como não sabe? - Ele perguntou confuso.
- Não estou prestando atenção. Só estou com sono. - Respondi cansada.
- Então dorme. - Ele disse simples
- E você? Vai ficar ai brisando enquanto eu durmo?
- Eu durmo junto com você, também estou com sono, você cansa sabia? - Disse ele num tom de brincadeira.
- Sabia, uma pessoa me disse isso há duas semanas. – Rimos.
- Adora uma piada né? – Disse ele se levantando, indo apagar a luz e voltou.
- Sempre. – Disse desligando a TV e se ajeitando na cama, mas no final acabei abraçada com Nolan.
P.O.V Justin
Estou aqui em casa no maior tédio, minha mãe encheu a cabeça do meu pai de merda e agora ele não quer me deixar ir junto com ele nos “negócios”, cara eu tenho 18 anos, eu só não brigo com ela, porque eu odeio ver ela chorando, então vou esperar o tempo desse mimi passar, para eu poder voltar a ativa. 
Depois daquele dia da balada não falei mais com a Anne, pelo menos eu a beijei, ou melhor, ela me beijou, mas ainda quero mais, aqueles olhos azuis não saem da minha cabeça, ela me passou uma vibe diferente, não sei explicar cara.
- Justin você esta brisando irmão? – Disse Ryan batendo no meu braço.
- Vai se foder. – Disse dando um soco no braço dele.
- A vizinha nova está deixando ele louco. – Disse Chaz e então ele e Ryan começaram a rir.
- Só rolou um beijo, nada demais. - Disse entediado olhando para a cara dos dois, por isso não se conta essas coisas para os seus amigos.
- Mentira quem beijou foi ela, porque você é um viado sem atitude. – Ele e Chaz riram. Peguei o Ryan e começos com uma briga, mas só de brincadeira. - Tudo bem, para, cansei.
- Mais já? – Disse parando. – E agora quem é o viado sem atitude?
- Você, ou vai-me dizer que foi você que teve a iniciativa de começar um beijo? Imagina quando levar ela para cama é bem capaz de sair correndo. - Disse Ryan debochado.
- Levar ela quem para cama? - Disse minha mãe entrando no quarto, lá vem o mimi...

3 comentários:

O que você esta achando da historia?
acha que precisa de alguma coisa?

Leitoras