domingo, 16 de março de 2014
Mafiosi teenagers in love Second season - Capítulo 9

O silêncio reinou quando o Justin falou "no quarto dela".
Vic: Ah... - Ela mordeu os lábios se segurando para não gritar, agora eu olhava para ela. - Super normal você estar no quarto da sua ex? - Disse sínica.
Justin: Eu estava conversando com um amigo meu. - Tomou um gole de suco e eu vi um sorrisinho no rosto dele, ele queria irritar ela. - E não me pegando no quarto com a dona do quarto. - Ele a encarava.
Vic: Tinha que ser no quarto dela? Não poderia ser no seu? Não..
Justin: NÃO! - Ele bateu na mesa a interrompendo, ela ficou quieta e engoliu seco. - NÃO DAVA PARA SER NO MEU QUARTO PORQUE VOCÊ VIVE ENCHENDO MEU SACO. - Ele respirou fundo. - Agora deixa eu tomar meu café da manhã em paz.
Vic: Não eu não deixo. - Eu estava olhando para ela e seus olhos estavam lagrimejando.
Justin: Não chora por favor. - Ele parou de olhar para ela e olhou para o prato.
Vic: Você é um idiota, mas eu não sou Justin, não sou uma idiota, você acha que eu não percebo? Você pode gostar, ou até mesmo me amar...- Ela engoliu o choro. - Mas a Anne...- Então ela apertou os punhos. - Você a ama, a ama como se não houvesse amanhã, como se não houvesse vida ou morte, eu vejo em você isso. - Então vi uma lágrima escorrer do rosto dela. - Você fala que ela é passado, fala que é sua inimiga, você faz todos acreditarem nisso, mas não faz você mesmo acreditar nisso. - Todos naquela cozinha ouvia o que ela falava. - Você também Anne. - Ela olhou para mim, seus olhos estavam vermelhos.
Eu: PARA! - Me levantei e gritei furiosa, cansei desse show de puta barata. - VOCÊ FICA AI FALANDO DE AMOR, MAS O AMOR LOIRINHA ELE SIMPLESMENTE É UM PESADELO, ELE CORRÓI, ELE TE FAZ SOFRER, ELE TE TRAI, ELE TE MAGOA... - Respirei fundo.- Ele te mata. - Sussurrei. - Então para com essa cena idiota e volta com o Justin, afinal ele não fez nada para você, é o melhor que você faz. - Sentei novamente na cadeira e segurei minhas lágrimas, porque hoje eu estou tão emotiva? Merda!
Vic: Não fez nada?- Deu uma risada irônica. - Ele mentiu para mim, me enganou e teve uma briga por causa da ex dele, e não fez nada para mim? Conta outra. - Eu ri.
Eu: Isso não é nada perto do que ele fez para mim, então baixa sua bola ai e cala boca, porque eu te garanto patricinha que se você não voltar com o Justin você vai morrer, isso eu tenho certeza.
Vic: Nossa. - Ela continuava com o tom de ironia. - O que foi de tão ruim assim que ele fez para você? - Me levantei da mesa e cheguei perto dela.
Eu: Ele fez eu perder meu primeiro filho, satisfeita querida? - Falei irônica no "querida". - E eu ainda voltei com ele e tive outro filho. Agora para de fogo no cu e deixa os outros tomarem café em paz, porque eu já perdi a fome. - Esbarrei nela e fui em direção da sala, depois subi as escadas e me tranquei no quarto. Essa filha da puta fez eu lembrar de uma das piores coisas da minha vida, desgraçada.
P.O.V Justin
Anne saiu da cozinha e todos ficaram em silêncio.
Vanessa: Olha eu não gosto muito da Anne, mas você extrapolou em loirinha. - Ela olhou para a vic.
Vic: Você fez ela perder o bebê? Você é um monstro. - Ela olhou para mim e eu me senti mau, porque o filho também era meu.
Vanessa: Todos somos monstros gatinha. - Ela riu, e aquilo fez eu me sentir melhor. - Acho que só você não percebeu e é bom tomar cuidado porque o que a Anne fez com você nem é a metade da metade do que ela pode fazer. Nós também fazemos pior, então você toma cuidado com o que você fala. - Ela deu um sorrisinho para a Vic. Vanessa sendo Vanessa.
Vic: Eu vou embora dessa casa, vocês são tão doidos. - NÃO ! Ela não pode...
Alyson: Se você for embora você morre, você sabe demais. - Ela estava girando uma faca nas mãos. - Então escolhe viver ou morrer? Porque tudo depende da sua escolha.
Vic: Tudo bem eu fico. - Alyson pregou a faca na mesa e a vic se assustou.
Alyson: Boa escolha garota.
Vanessa: Poxa só porque eu queria te torturar.
Eu: Mulheres...- As repreendi, elas tem que parar com isso. - Parem de assustar ela...Agora. - Olhei para elas e as duas levantaram as mãos como sinal de redição. Eu ri das duas. - Agora eu e você...- Olhei para a Vic. - Vamos conversar.
Vic: Eu não...
Eu: Você vai e agora. - A interrompi. - Para de frescura. - Levantei da mesa. - Vamos. - Sai da cozinha e ouvi passos atrás de mim.
Fui para o meu quarto e passei direto e me virei olhando para a porta, e vi a Vic entrar e logo depois fechar a porta. Ela ia falar algo, mas eu não deixei.
Eu: CALA A BOCA. - Ela se assustou. - AGORA VICTORIA EU VOU FALAR. - Dei um sorrisinho e ela andou para trás. - Está com medo? - Ri. - É bom estar mesmo. - Meus olhos ferviam de raiva. Fui em direção da porta e tranquei a mesma e peguei a chave. - Você já falou tudo o que queria agora é minha vez.
Vic: Justin você está com raiva, não faça nada com a cabeça quente.
Eu: Ah eu estou com muita raiva. - Bufei. - Precisava daquele show todo? - Eu olhei nos olhos dela e ela estava com a respiração acelerada, mas ela continuava quieta. - Eu fiz uma pergunta e quero uma resposta. - Empurrei ela na parede.
Vic: Desculpa Justin...Eu não...Eu não queria... Por favor para com isso. - Ela estava desesperada e eu comecei a rir.
Eu: Sempre provoco desespero nas pessoas. - Dei um sorriso maligno. - Eu adoro isso. Sabe Vic eu odiei o que você fez lá em baixo, eu não quero te machucar. - Passei a mão no rosto macio dela. - Não quero te matar. - Cheguei perto da boca dela. - Mas você Vic me tira do sério. - Sussurrei perto da boca dela. - Tira meu senso, então toma cuidado quando fizer seus showzinhos porque isso me irrita, isso me mata de ódio, ainda mais quando é com a minha ex, mas por uma parte isso me exita. - Dei um sorriso. - Duas garotas brigando por minha causa. Mais você tem que parar com isso porque você está mexendo com a Anne, qualquer hora ela te mata.
Vic: Não tenho medo dela. - Ela olhou nos meus olhos, nossos rostos estavam tão próximos que dava para nos beijarmos.
Eu: Você deveria ter. - Prensei ela na parede e ela gemeu. - Você é tão fraca para ela, não pode arriscar. Sabe eu odeio quando você fica se comparando com ela. - Me afastei dela. - Você é diferente dela, aceita isso.
Vic: Eu queria poder ser igual a ela, você a ama tanto.
Eu: Sim eu amo. - Olhei para ela. - Era isso que você queria ouvir?
Vic: Eu sabia.
Eu: Mas eu também te amo.
Vic: Não do mesmo jeito.
Eu: PARA COM ISSO CARALHO, EU TE AMO POR SER DIFERENTE DELA, EU TE AMO POR ISSO.
Vic: Mas por quê? Isso é serio?
Eu: Sim é serio, porque Vic, você é doce, você é carinhosa, eu posso te defender, você não é minha inimiga, e meu amor por você não é um amor platônico, eu amar você não causou guerra nenhuma, a não ser entre você e a Anne porque você fica com show idiota. Então por favor volta a ser a Vic que eu conheci, porque se não esquece tudo.
Vic: Justin eu não sabia.
Eu: Claro como sempre. - Disse irônico. - Vocês mulheres sempre vem com esse papo, velho você acha que eu sou idiota, cara eu odeio isso. - Bati no criado mudo o que fez o quadro que estava em cima dele cair, quando olhei era uma foto do Andrew. - Merda. - Peguei o quadro quebrado no chão e coloquei em cima do criado mudo. - Vic a gente tem que ficar de boa, porque hoje tem o baile idiota... - lembrei do ocorrido no quarto da Anne e engoli seco. - Amanhã a gente resolve, agora sai do meu quarto. - Sentei na cama e joguei a chave pra ela e só ouvi a porta sendo batida.
P.O.V Anne
Entrei no meu quarto e fiquei deitada na cama, então decidi ir na sala de reuniões ou biblioteca, tanto faz, eu só queria me distrair. Passei em frente da porta do quarto do Justin e a porta estava aberta e não tinha ninguém, continuei indo reto até chegar até aquela porta enorme e abri mesma.
A mesa da reunião continuava ali, a sala era fria, era tudo frio, as cores, o local, as pessoas...
A porta rangeu quando se fechou, continuei caminhando até o centro da biblioteca e fui em direção de uma pratilheira de livros e passei a mão sobre eles.
XXX: Seria mais interessante se você pegasse algum para ler. - Dei um pulo e olhei para trás, tinha um homem de cabelos grisalhos e usando um terno. - Anne Nercessian, estou certo? - Eu não conseguia responder, eu conhecia ele de algum lugar. - Sou George.
Flash back*
Vovô: Então Anne aqui é a biblioteca da casa do seu avô. - Ele disse entrando numa sala enorme, então um cara alto de cabelos pretos e terno apareceu. - Esse aqui é George, mas você pode chamar de tio George, quando você quiser algum livro de contos de fadas é só pedir para ele. - Eu tinha 5 anos.
George: Seja bem vinda Anne, você é uma princesa linda. Vai ser um prazer te-la aqui nessa casa.
Flash back*
George: Anne? - Me chamou estralando os dedos.
Eu: Conheço você. - Disse despertando do flash back na minha cabeça. - Tio George, meu avô me apresentou você. - Engoli seco.
George: Você ainda lembra que pode me chamar de tio. - Riu abafado. - Ainda lembra dos livros que leu.
Eu: Não. - Ri abafado. - Acho que não li nenhum. - Rimos.
George: Tem razão, você ficou o dia inteiro da biblioteca naquele dia e depois seus pais vieram te buscar e você não apareceu mais. - Eu congelei porque foi naquele dia que eu fui para o internato. - Seu avô me explicou porque, apesar de ter passado um dia aqui você fez falta, porque ninguém frequenta aqui para ler livros, só para essas reuniões. - Ele começou a andar e eu o segui. - Nessa casa só você me conhece, nunca me apresentei para mais ninguém.
Eu: Nem o Robert?
George: Eu tenho zelo pela minha vida. - Rimos. - Ele não sabe nem da minha existência. - Ele parou numa pratilheira de livros e puxou um e o mesmo voltou para o lugar e depois abriu uma porta, passagens secretas, vovô sempre gostou disso. - Vem. - Ele entrou e eu fui atrás, logo a porta se fechou.
Eu: O que é isso?
George: Onde eu vivo. - Tinha uma cama, geladeira, microondas e um fogão, tinha alguns talheres e pratos, em cima de uma pia que pela aparência também servia para escovar os dentes.
Eu: Você está brincando? - Eu não estava acreditando.
George: Bem que eu queria, a casa é sua, seu avô me falou que ia deixar a casa para você quando morresse, ele sabia que ia morrer, mas não saiu nada como ele queria, mas eu era o plano B. - Ele sentou num sofá de dois lugares, então sentei do lado dele.
Eu: Plano B? Como assim tinha um plano?
George: Um modo de dizer, sabe quando alguma coisa da errado, ai sempre tem um plano B. Seu avô sempre quis você bem, fizesse família etc. A parte da família ta até indo mais o menos, mas a parte do bem nem tanto. Robert está enganando todos, não só você, o acordo com a polícia foi que o grupo do pessoal do acordo era entregar um Nercessian, não exatamente você.
Eu: Não fui a única ser enganada, ótimo.
George: Pegue isso e use hoje a noite. - Ele se levantou do sofá e pegou uma caixa que estava em cima da mesa e me entregou e eu abri a mesma, tinha um vestido de festa, ele era claro com brilhos e longo, e tinha um sapato, com um salto 15 meio tom bege, quando eu girei para ver ele melhor o salto do sapato brilhou na luz, passei a mão sobre o mesmo e me surpreendi, tinha uma mini adaga presa nele. - Você vai precisar, tem nos dois saltos. Anne essa noite você tem quer quem você sempre foi, mas duas vezes pior, seja irônica e provoque o Robert até ele querer te matar, e não se preocupe com Andrew eu cuidarei dele. Se o Robert tentar te matar os outros do acordo vão querer matar ele. O acordo fala que pode entregar um Nercessian vivo e não morto, mas se você matar seu pai eles vão querer do mesmo jeito, o acordo estará pago. - Respirei fundo tentando absorver tanta informação.
Eu: Essa noite serei uma pessoa que poucos já viram.
George: Sua mãe era a rainha da máfia, mas ela morreu, agora é sua vez de defender a honra dela e se tornar uma também.
Eu: Farei tudo que for preciso para salvar aqueles que amo, e pode ter certeza que ninguém vai encostar um dedo em você e nem no Andrew. - Levantei do sofá. - Agora preciso ir, mas antes eu preciso de bebida, você tem? Eu tenho uma ideia para começar o plano B.
[...]
Passei pela cozinha ignorando todos, fui em direção do armário atrás de um copo para colocar minha tequila.
Vanessa: Tequila? hmm...- Ela pausou. - Ás dez da manhã ? Problemas gata? - Falou com um leve tom de ironia no "gata".
Eu: Nenhum gata. - Retribui o tom e peguei um copo e bati no balcão e olhei para ela, Robert estava ali na mesa também, enchi meu copo e bebi um pouco, segurei a garrafa de tequila em uma mão e o copo na outra. - Um brinde a minha morte. - Levantei a garrafa. - Porque hoje é quase um velório. - Ri alto e já vi a cara de ódio do Robert. - Não é mesmo papai? - Bebi a tequila que estava no copo tudo de uma vez sem fazer careta e encarei o Robert e levantei uma sobrancelha, taquei o copo no chão com tudo. - ops. - Coloquei a mão na boca e comecei a rir. - Ah meu copo caiu, só porque eu ia fazer um brinde aos Nercessian... - Fiz uma carinha de triste e comecei a rir logo depois, Robert estava fervendo de ódio e todos estavam me encarando pasmos. - Ai deixa eu pegar outro copo. - Abri o armário e peguei outro copo e enchi de tequila. - Agora esse brinde mereço até ficar num palco, fui em direção da mesa e subi na mesma.
Robert: Anne desse dai. - Ele levantou da cadeira todo puto.
Eu: Um brinde ao Robert. - Levantei a garrafa e olhei para ele. - Que se acha o fodão, mas não passa de uma bosta sem honra nenhuma. - Tomei o copo de tequila e taquei na parede atrás dele. - Agora eu desço. - Desci perto dele e ele segurou meu braço.
Robert: Cuidado com suas atitudes. - Sussurrou no meu ouvido e apertou forte meu braço.
Eu: Só estou jogando como você joga papai. - Falei com ironia no papai, tirei meu braço da mão dele e fiquei em pé no chão, peguei a garrafa e fui em direção da sala e subi as escadas, estava no corredor quando me bati com alguém. - oh merda. - Olhei e era o Justin.
Justin: Olha por onde anda.
Eu: Olha você por onde anda. - Levantei a sobrancelha, o mania desgraçada, eu ia sair andando, mas ele segurou meu braço, dei um sorrisinho não sei porque.
Justin: Esta bebendo á essas horas?
Eu: Já estou animando para noite. - Levantei as mãos para o alto como se estivesse numa balada. - Apesar dos bailes do Robert serem desanimados, ou mortais. - Eu ri. - A ultima vez que eu fui num baile dele Maikon quase me matou e você deu uma de herói, que fofo. - Falei o provocando ironicamente. Ele me prensou na parede.
Justin: Até hoje eu não sei porque eu fiz isso, então não joga na minha cara.
Eu: Você sabe muito bem, você me ama, apesar de qualquer uma que passar na sua vida você é meu. - Falei olhando nos olhos dele o seduzindo.
Justin: Nunca fui seu.
Eu: Sempre foi meu, e eu sei que você sabe disso, porque se não fosse, a gente não era tão obcecados um pelo outro. - Mordi o lábio dele. - Admite. - Ele chegou perto do meu ouvido.
Justin: Eu sou seu Nercessian, mas você também é minha. - Mordeu o lóbulo da minha orelha. A gente estava num corredor onde qualquer um podia ver a gente, grudados na parede e quase se beijando, mas foda-se ele é minha droga, e eu preciso dele.
XXX: Mas que merda é essa? - Olhamos e era a Vic, agora a porra ficou louca. - Como você é um mentiroso em Justin. - Ela parecia com ódio.
Justin: Eu posso explicar. - Ele ia sair, mas eu puxei ele.
Eu: Melhor não ir, ela vai te quebrar, ela ta fervendo de ódio. - Era verdade velho.
Vic: Awn defendendo seu macho? Que meigo. - Essa puta só não é mais irônica porque é uma só.
Eu: Que bom que você sabe que ele é meu, e pode ter certeza que de meiga eu não tenho nada. - Dei um passo a frente, quem essa garota pensa que é?
Justin: PARA! AS DUAS PAREM DE BRIGA IDIOTA!
Vic: Briga idiota? Eu ouvi bem? Você tava quase tirando a roupa dessa vadia no corredor, sendo que uns minutos atrás falou que me amava, tenho certeza que não é uma briga idiota.
Justin: Eu já falei que eu posso explicar.
Vic: Eu não... - Eu a interrompi.
Eu: Primeiro, essa doeu até em mim Vic, deve ser triste ta com um cara e ele ta desejando outra. - Dei um sorriso vitorioso e ela me encarava com ódio. - E segundo...- Segurei a garrafa de tequila que e ainda estava comigo mais forte e andei em direção dela e fiquei cara a cara e ela estava bufando. - Eu avisei para não me chamar de vadia outra vez porque se não eu quebrava seus dentes. - Os olhos dela se abriram por causa do susto quando eu me afastei e levei a garrafa até a cara dela e bati com tudo, a mesma se quebrou e a arranhou a cara dela e a os cacos de vidros se caíram no chão e a bebida junto. - Que desperdício de tequila. - Na hora que eu ia socar a cara daquela piranha senti uma mão segurar meu braço e logo depois me prender na parede.
Justin: Você ta louca? Bebeu demais ou oque? - Me prensou mais na parede e eu comecei a rir.
Eu: Ta com medo de eu matar essa puta? - Eu ria descontroladamente e depois parei e olhei seria para ele. - Pois não tenha, eu não vou mata-la. - Ele afrouxou mais o aperto que ele tava dando e eu bati minha cabeça contra a dele para ele me soltar de vez, Justin cambaleou para trás e eu fui atrás daquela puta que foi correr e tropeçou e caiu. - Eu só vou arrancar os dentes dela, porquê eu avisei para não me chamar de vadia. - Eu andei mais rápido e na hora que aquela vadia ia levantar chutei sua barriga e a mesma voltou para o chão, chutei a boca dela quando eu sentei em cima dela para socar a cara daquela loirinha dois braços seguraram minha cintura e me tirou de cima dela, Justin, levei minha cabeça para trás e bati no rosto dele, mas ele não me soltou, mas deu para eu me mexer, dei uma cotovelada na barriga dele e eu cai no chão.
Justin: Desgraçada. - Ele me encarou com ódio.
Eu: Quer defender ela? ok. - Levantei do chão e fiquei de frente pra ele. - Eu começo por você então. - Lambi os lábios.
Justin: Vadia. - Veio em minha direção e bateu a cabeça dele contra a minha e eu cambaleei e logo em seguida me deu um soco e eu cai. - Vamos lá Nercessian, cadê a mulher que tava dando uma de fodona?
Eu: Ela ta aqui filho da puta. - Chutei sua pernas e logo em seguida dei um rasteira e ele caiu. Dei um pulo e fiquei em pé. Chutei a barriga dele o mesmo gemeu, então sentei em cima dele e dei um soco. - Você é muito bipolar.
Justin: É mesmo? - Me deu um soco e inverteu as posições me pressionando no chão.
Eu: Claro, ontem estava gemendo de prazer comigo numa cama e hoje está gemendo de dor comigo numa briga. Vai entender. - Então ele vacilou. - Otário. - Chutei seu pênis e o mesmo me largou, então eu fui em direção da loirinha que estava em pé. - Você não é tão fraca como eu pensei.
Vic: Você não sabe nada sobre mim. - Ela girou para chutar meu rosto, mas eu abaixei e ela ia dar outro, mas eu segurei sua perna e ela cambaleou e eu dei um soco no seu joelho com sua perna esticada, então ela gritou.
Eu: Você também não sabe nada sobre mim gata. - Soltei a perna dela e dei um soco na sua cara, então alguém puxou meu cabelo e deu um soco na minha cara. - Filho da puta. - Passei a mão no meu nariz e tava sangrando. - Mas que merda Bieber. - Cuspi sangue no chão.
Justin: Você quase quebrou a perna da minha namorada isso não é nada. - Ela ainda estava gemendo de dor no chão.
Eu: Sua namorada? Ah qual é Bieber pelo amor de Deus, nem mesmo você acredita nisso. Foda-se que eu quebrei ou não a perna dela, ela mexeu comigo, apenas me defendi.
Justin: MAS QUE PORRA! VOCÊ TEM ANOS DE TREINAMENTO E ELA...- Ele passou as mãos no cabelos.
Eu: E ela ? Ah para Bieber você só quer uma distração para esquecer o que você realmente quer. - Fechei os punhos. Então ele veio na minha direção , então eu andei para trás até bater com tudo na parede e ele parar a centímetros de mim.
Justin: E o que eu quero Nercessian? Por acaso que eu saiba você não lê mentes. - Ele ainda falava bruto.
Eu: Você me quer, e ela é só uma distração porque eu você não pode ter porque é proibido nós dois ficarmos juntos, não é mesmo Justin?
Justin: Você se entregou Nercessian, você disse tudo o que ta acontecendo. Você é que me quer e não admite porque somos proibidos não é mesmo. - Ele sussurrou.
Eu: Claro que não. - E é assim era só nós ali e mais ninguém, tudo havia sumido. - Porque eu Bieber eu não tenho uma distração, eu vou atrás do que eu quero. - Puxei ele pela blusa e colei mais nossos corpos.
Justin: Então quer dizer... - Ele socou a parede. - Que o Blake não é sua distração? Você é uma mentirosa calculista. - Mordeu os lábios e fechou os olhos.
Eu: Eai e se ele for minha distração? - Sussurrei. Passei minha mão sobre seu braço. - Ciúmes? Porque aquela sua briga com ele parecia que você estava morrendo de ciúmes por mim. - Eu sussurrava e ia passando minhas mãos sobre seu corpo e então eu fiz a gente ficar cara a cara. - Mas você não admite que tem ciúmes de mim, porque você orgulhoso e também um mentiroso que nem eu.
Justin: Melhor não. - Ele lambeu os lábios e se afastou. - Isso sempre da em merda. - Ele respirou fundo.
Eu: Da em merda ou da na gente fudendo loucamente numa cama? - Comecei a rir e eu vi que um sorriso sem mostrar os dentes apareceu no rosto dele.
Justin: Você não presta. - Cheguei perto dele e segurei seu rosto em direção do meu.
Eu: Corrigindo, nós não prestamos. - Dei um selinho nele, então a mão dele foi para a minha cintura, então a gente parou quando ouviu um grito de dor, ah é mesmo a puta que eu que eu fodi a perna.
Justin: Mas que merda, você me fez esquecer que você fodeu a perna dela, mas que merda.
Eu: Bom saber que eu faço você esquecer o mundo a fora. - Mordi o lábio e pisquei para ele e ele me prensou na parede e apontou o dedo na minha cara.
Justin: Você tem que parar com isso merda.
Eu: Bipolar. - Cantarolei.
Justin: FODA-SE. - Ele em segurou mais forte na parede, mas agora com as duas mãos. - VOCÊ TEM QUE PARAR COM ISSO, NÓS NÃO TEMOS FUTURO MAS QUE MERDA. - Então eu engoli seco, idiota. Bati a cabeça na dele e ele me soltou. - Para com isso merda. - Ele colocou a mão na testa.
Eu: Já parei, agora eu já vou.
XXX: Mas o que aconteceu aqui? - Disse a Vanessa parando no corredor quando terminou de subir as escadas.
Alyson: O que Vanessa? - Então ela olhou para o corredor, merda. - MAS QUE PORRA É ESSA? O QUE ACONTECEU?
Eu: Bem, a puta ali. - Apontei para a Vic. - Me provocou e eu bati nela, e ela veio tentar me chutar e eu quebrei a perna dela ou não quebrei, fodasse não importa, mas teve gente que quis dar uma de herói, então mil tretas, mas já resolvidas. - Olhei para minhas unhas.
Alyson: Não foi por falta de aviso.
Justin: Oi? - Olhei para ele e ele tava com a puta no colo dele já. - Ela que bate na Vic e você fala isso.
Alyson: Lembro muito bem que você já matou um cara só por ter te chamado de veado, então menos que agora eu preciso sair. Anne vai se arrumar, já vai dar uma hora, daqui a pouco a gente sai.
[...]
Já é noite e quase na hora do baile, coloquei meu salto especial haha e meu vestido que o George tinha me dado, tirei os grampos do cabelo que a cabeleireira tinha colocado para não desmanchar os cachos. Retoquei a maquiagem, pois um maquiador já tinha feito minha maquiagem lá no salão. Então me olhei no espelho e nossa eu tava gostosa demais, arrumei meus seios no vestido e pronto.(1)
Olhei a hora no relógio do criado mudo e faltava 5 minutos, olhei meu rosto mais de perto no espelho e os maquiadores conseguiram esconder o roxo do meu rosto por causa da briga de hoje. Quero só ver aquela puta mexer com o que é meu e comigo para ela ver se ela sai viva de novo.
Na hora que eu fui em direção da porta para sair alguém bateu na mesma hora e eu abri, era o Cole e nossa ele tava gostoso demais naquele terno, oh senhor.
Cole: UAU! - Passou a mão na boca. - Você está gos... - Ele parou e riu abafado. - É melhor eu calar minha boca. - Eu ri e depois parei. - Vamos? - Ele estendeu a mão.
Eu: Vamos. - Segurei no braço dele. - O que você ia falar? - Sussurrei no ouvido dele e vi ele sorrir com os lábios.
Cole: Você tem fama de ser estressada, não to afim de apanhar. - Eu ri mentalmente, enquanto a gente caminha pelo corredor que estava limpo, bem diferente de hoje cedo.
Eu: Bom você é a única pessoa da casa que eu não me estresso, ou quase isso. - Ri. - Mas pode falar eu não vou te machucar. - Paramos na frente da escadas e já tinha vários olhares na gente e uns velho babão me comendo com os olhos.
Cole: Bom eu ia falar que você estava gostosa. - Sussurrou no meu ouvido. - Mas que tipo de cavaleiro falaria isso? - Ele deu um sorriso encantador que seduzia qualquer uma. - Agora vamos porque esses velhos são mais tarados do que um bando de virgens. - Tentei me segurar parra não rir alto e começamos a descer as escadas, segurei forte no braço do Cole para não tropeçar e sai rolando daquela escada. - Algum problema? - Ele olhou para mim.
Eu: Nenhum. - Soltei o ar quando chegamos no final da escada. - Só que tava com medo de cair dessa escada rolando. - Rimos.
Cole: Primeira mulher que não sabe andar de salto.
Eu: - Fiz cara de indignada. - Eu sei andar, é porque esses saltos não são da marca que eu uso, eu entro em tiroteios de salto, ás vezes eles viram minhas armas. - Rimos. - Vamos quero sair daqui Cole. - Puxei ele pelo braço e saímos da sala e paramos na cozinha.
Cole: O que você veio fazer aqui? - Ele encostou no balcão.
Eu: Tem muita gente olhando para mim e eu não gosto disso e esses bailes do Robert são muito bestas, mas tem lá suas vantagens. - Cheguei perto dele. - As bebidas. - Sorri. - Mas Robert com certeza proibiu eu o barman de me dar bebida, porque eu bêbada... - Cheguei perto do ouvido dele. - Perco o controle do que eu faço.
Cole: Robert mandou eu ficar de olho em você, agora entendi melhor o que ele quis dizer. - Ele riu. - Mas eu não gosto do Robert e eu não sigo as ordens dele. - Então sorrimos. - Vai querer o que de bebida?
Eu: Tequila.
Cole: Tudo bem.
Eu: Vou te esperar no Jardim.
Cole: Ta daqui a pouco eu chego la.
Eu sai e fui em direção do jardim, então fui para a mesinha do jardim e sentei em uma das cadeiras ferro e ela estava gelada.
Eu: Argh eu odeio isso. - Disse encostando lentamente na cadeira pelo fato de estar gelada.
XXX: Odeia o quê? - Olhei e era o Cole com dois copos e uma garrafa de tequila, esse é uns dos meus.
Eu: Cadeira geladas. - Disse pegando um copo e ele logo se sentou e abriu a garrafa colocando tequila no meu copo e depois no dele.
Cole: Você odeia tudo. - Rimos. - Um brinde aos seus ódios Nercessian. - Ele levantou e eu também e batemos os copos. - Saúde. - Tomou a tequila de uma vez. - Argh.
Eu: Saúde. - Tomei a tequila com tudo e desceu queimando. - Isso que da beber tudo de uma vez.
Cole: Isso foi para mim ou para você?
Eu: Para os dois. - Rimos e eu peguei e enchi os copos de novo. - Ei eu não odeio tudo, eu não odeio a bebida. - Ele riu.
Cole: Isso é fato.
Eu: Vamos brindar a esse baile chato. - Batemos os copos. - Saúde. - Bebi a tequila de uma vez e ele também e eu enchi os copos novamente.
Cole: Quer me embebedar? - Ele riu olhando para mim enchendo os copos.
Eu: Não. Eu quero me embebedar, eu fico mais divertida bêbada. - Segurei o copo e ele também.
Cole: Eu também fico mais divertido bêbado. Então um brinde a nós bêbados. - Ele riu e levantou o copo.
Eu: A nós bêbados. - Ri e bati meu copo contra o dele e bebi a tequila com tudo e ele de novo. Olhei para a garrafa de tequila e só dava para mais duas doses. Então eu enchi os copos e acabou a tequila e eu joguei a garrafa longe. - Um brinde a nossa ultima dose. - Fiz biquinho e ele riu.
Cole: Saúde. - Levantou o copo e bebeu tudo de uma vez só e eu fiz o mesmo e nós batemos os copos na mesa com tudo na mesma hora e fez o maior barulho, então nos nós olhamos e começamos a rir.
Eu: Isso já é um sinal que estamos ficando bêbados. - Continuava a rir.
Cole: Sim. - Ele ria junto comigo. - Vamos entrar talvez eu consiga outra garrafa. - Ele puxou para dentro da casa, então fomos para sala, quando a gente ia em direção do bar men tinha um garçom entregando taças de champagne para todos.
Eu: Para que isso? - Perguntei para o Cole e ele tinha mudado de aspecto.
Cole: Para o brinde. - Ele engoliu seco e encarou a escada e o Robert estava la.
Eu: Ah não, o que ele vai fazer agora?
Cole: Ouça você mesmo. - Então Robert bateu com uma colher na taça.
Robert: Um minuto da atenção de vocês. - Então todos ficaram quietos e eu senti uma mão puxando meu braço e me levou para um pouco longe do Cole. Olhei e era o Blake.
Eu: Por que você não apareceu mais?
Blake: Longa história, mas agora presta atenção. Estrague tudo no baile, tem famílias aqui que são nossas aliadas, hoje é a nossa chance.
Cole: Algum problema? - Disse chegando mais perto.
Blake: Nenhum. - Saiu.
Cole: Vem. - Me puxou para frente da escada.
Robert: Obrigado pela atenção. - Desde quando essa porra é educado. - Eu quero aproveitar que muitas pessoas importantes estejam aqui para fazer um brinde, só que não é qualquer brinde. - Ele olhou para mim. - Um brinde a morte daqueles que não souberam aproveitar a chances que eu dei. - Ele levantou a taça e vários na sala levantaram, outros não levantaram com certeza não eram do acordo, olhei em volta da sala e não vi a Alysson e nem a Vanessa. Bieber também não estava la com aquela piranha.
Então Robert tomou o champagne sorrindo vitorioso me encarando, então comecei a subir as escadas e ele se assustou, parei ao seu lado.
Eu: Olha que ironia papai, eu também queria fazer um brinde. - Ele estava tenso, mas logo deu um sorriso junto comigo.
Robert: Vai la, assina sua morte.
Eu: Sim eu vou, mas não vou assinar minha morte isso eu tenho certeza. - Olhei para o pessoal da sala. - Muitos aqui me conhecem, claro muitos querem minha morte ou melhor querem ser livres ou coisa do tipo. - Lambi os lábios. - Eu sei algumas partes do acordo porque meu amigo me contou e olha só eu não fui a única enganada. - Eu ri com sarcasmo e as pessoas cochichavam entre si não entendo nada. - Eu... - gritei para ter a atenção deles. - Descobri que o Robert enganou a todos, as famílias do acordo, as que não eram do acordo, a mim. - Eu olhei para ele e ele estava quase voando para cima de mim. - Vocês sabiam que o acordo tinha um prazo? Ah claro que sabiam. - Falei irônica. - Mas esse prazo não era para as pessoas do acordo e sim para o Robert. - Eu ri.
Robert: NÃO ACREDITEM NELA, ELA ESTÁ MENTINDO. Ela é uma completa mentirosa. - Ele olhou para mim e eu garanto que ele estava bem bravo, isso mesmo Robert fique bravo ao máximo.
Eu: Acreditem se quiser, mas eu posso falar uma coisa. - Virei-me para as pessoas. - Para que eu mentiria?
Robert: Para salvar sua pele. - Ele retrucou tentando me fazer perder a razão.
Eu: Desde quando no mundo da máfia você tem essa opção de salvar sua pele? Nunca. Eu quero apenas morrer com todos do acordo sabendo realmente o que é o acordo. - Sorri e ele bobeou. - Você quer me matar Robert, você não quer me entregar para a polícia, você é que quer salvar sua pele, mas olha só... - Gritei. - Eles não vão deixar. - Olhei para ele como se eu fosse um leão atrás da sua caça. - E nem eu.
Robert: Vocês não podem estar acreditando nisso. - Ele riu, mas ele estava nervoso.
Eu: Se não é verdade papai porque você está tão nervoso. Sabe... - Gritei. - ELE MENTE PARA TODOS VOCÊS, SABE POR QUE? ELE QUER VINGANÇA, PORQUE EU FIZ ELE PERDER O IMPÉRIO DELE, SEU DINHEIRO, FIZ ELE VIVER NA MISÉRIA, FIZ ELE IR PARA A CADEIA, FIZ ELE PERDER SEU EXÉRCITO. ENTÃO TEVE ESSE ACORDO, ENTÃO ELE CONSEGUIU FUGIR DA CADEIA E VIU A FORMA PERFEITA PARA TODOS VOCÊS AJUDAREM A ME PEGAR E NÃO ME MATAR, PORQUE ELE QUE QUER ME MATAR, MAS OS POLICIAIS NÃO ME QUEREM MORTA, ENTÃO ELE ENGANOU VOCÊS, ELE QUER ME MATAR ATÉ QUE A ÚLTIMA GOTA DE SANGUE NÃO RESTE NO MEU CORPO. - Olhei para ele e apertei a taça na minha mão e a levantei. - EU NÃO VOU DEIXAR ISSO ACONTECER, EU ASSINO SUA MORTE ROBERT, UM BRINDE A SUA MORTE. - Eu ia beber a champagne dentro da taça e taquei a mesma no chão. - Acha mesmo que eu ia beber isso? Que coisa mais antiga, boa noite Cinderela na minha bebida? Faça melhor.
Robert: - Ele começou a rir. - Você acha mesmo que mesmo você fazendo tudo isso eles vão voltar contra mim e te deixar você em paz? - Ele ria e eu comecei a rir junto com ele. - Por que esta rindo? POR QUE ESTA RINDO? - Ele apertou meu pescoço.
Eu: Vai para o inferno. - Disse tentando respirar.
XXX: Melhor soltar ela. - Olhei para cima e era o Blake com uma arma apontada para o Robert, então o Robert me soltou e olhei para a multidão e todos já estavam com suas armas.
Eu: Não terminei de contar tudo. Falta a melhor parte. Os policiais não disse que era eu que era para ser entregue a eles viva, eles disseram que era qualquer Nercessian, mas se fosse eu tinha que estar viva, mas o Robert era vivo... - Olhei para ele. - Ou morto. - Então eu sorri. - E agora? De que lado eles acham que vão escolher? - Então eu comecei a descer as escadas e fui em direção do Cole.
Cole: Como descobriu isso tudo?
Eu: Um contato meu me ajudou. - Lembrei do George, então ouvi um tiro e olhei para trás e vi Blake rolando da escada deixando marca de sangue pela escada, Robert rindo e o Justin com uma arma na mão.
Eu: POR QUE ATIROU NELE?
Justin: EU PRECISO ENCONTRAR MEU PAI E ROBERT NÃO PODE MORRER, SÓ ELE SABE ONDE ELE TA.
Eu: Não mesmo. - Tirei uma das adagas do salto e vi a multidão com armas e matando os capangas do Robert que tinha entrado na casa, Justin ia sair correndo com o Robert, mas eu atirei uma adaga nele, tirei a outra adaga e logo depois os saltos para eu poder correr. Subi as escadas e puxei o Robert e Justin me olhou assustado.
Justin: Por favor. - Ele me olhou como se estivesse triste.
Eu: Me desculpa Justin. - Segurei a adaga mais forte na garganta do Robert, mas sabia que mata-lo não ia fazer nada acabar com merda nenhuma. - Merda. - olhei para trás e todos estavam olhando para mim, meu vestido e meu rosto estavam com respingos de sangue. - Puta merda. - Deixei a adaga cair da minha mão. - Foda-se essa merda. - Me virei e olhei para o Justin que estava segurando o Robert. - Eu ainda vou ter seu sangue nas minhas mãos, pode não ter sido hoje... - Olhei para o Justin. - Mas algum dia vai acontecer. - Desci as escadas.
Quando cheguei no final da escada, Cole veio em minha direção.
Cole: Estou com você Anne, depois disso todos vão querer matar ele... - Ele olhou para as pessoas. - Mas tem um problema, Robert sequestrou pessoas de algumas famílias do acordo, para conseguir aliados... - Ele voltou a olhar para mim. - Então temos que prender ele e tirar isso dele, todos vão concordar, então Anne o que você decide?
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Continua
ResponderExcluirAI PORRA QUE SDDS DESSA FIC CONTINUA LOGO PVR TA PERFEITOOOOOOOOOOOO JDHFIUHFGGH
ResponderExcluir@MAITHEMAMAZINHA