terça-feira, 25 de março de 2014

Mafiosi teenagers in love Second season - Capítulo 13

Fanfic / Fanfiction de Johnny Depp - Mafiosi teenagers in love Second season - Capítulo 13 - You are the best

P.O.V Justin Bieber

Sabe quando você entra em choque por descobri algo de uma pessoa que você gosta tanto, ou até mesmo ama...Que você se assusta? Então eu estava assim, mas eu não demonstrava ou pelo menos tentava, quando realmente ela veio fazer a tortura dela comigo eu me assustei, pois ela recuou de ter dado um tiro na minha testa e estourar todos os meus miolos, mas logo em seguida me tortura com um olhar tão frio e cospe palavras na minha cara como se o coração dela estivesse a começando a virar pedra. Eu sei, não mereço a pena dela, trai ela, mas depois de tanto tempo ela sobre esse teto e não enfrentar quase ninguém e chegar hoje e fazer o que ela fez, enfrentar o Robert, voltar a ser a Nercessian fria como gelo, enfrentar o Jacki e ainda fazer o que fez comigo, eu estou em estado de choque.
Havia ficado um silêncio depois que ela saiu e eu preferi ficar quieto, pois as palavras não vinham em minha mente, apenas ela, e como eu já ferrei com ela várias vezes e ela mesmo assim me perdôo, eu não estou em um momento de fraqueza e não estou com pena dela, há uns dias eu resolvi "bloquear" o que eu sentia por ela, foi melhor para mim, eu pelo menos eu acho que bloqueei....
Jacki: Podem desamarrar ele. - Disse Jacki olhando para mim.
Eu: Quê? - Olhei para ele confuso e quando o capanga soltou meus pulsos fui e tirei o outro caco de vidro que ainda estava na minha coxa.
Jacki: Só usei você para afetar a Anne, não tenho motivos para te torturar, por enquanto. - Ele colocou as mãos dentro do seu bolso e eu já estava solto daquelas amarras improvisadas. Me levantei sem olhar para ninguém e como o corte não foi tão "grave" consegui ficar em pé e caminhei até as escadas e as subi com certa dificuldade e quando cheguei no final andei até a porta do meu quarto que acho que estaria trancada, mas não estava, quando abri a Anne estava jogada na cama com um copo de wisky na mão sentada com as costa na cabeceira.
Eu: Primeiro o quê você está fazendo aqui? Segundo cade a Vic? - Disse rude.
Anne: Acho que ela ta tomando banho. - Disse simples. - Ugh... - Ela cerrou os olhando para mim e logo abaixou o olhar olhando acho que pró ferimento que ela mesma causou. - Ta feio isso. - Disse com um sorriso sínico na cara. - Acho bom fazer um curativo. - Riu e eu revirei os olhos e fui em direção da porta e bati na mesma e ouvi um "ta aberta" caramba Vic eu mando você trancar as porra toda e você fica com tudo aberto, bufei com o meu pensamento e abri a porta indo pegar a maleta de primeiro socorros e sai fechando a porta sem dizer nada e joguei a maleta em cima da cama e fui fechar a porta do quarto e Anne me observava bebendo o líquido de copo de wisky, então fui para beira da cama e tirei meu terno e joguei em cima da cama e logo em seguida a minha grava e minha blusa social.
Anne: Você estava tão gato de terno, mas você tirando ele ainda fica gato. - Ela deu um sorriso e bebeu o wisky de novo, eu a ignorei e tirei meus sapatos e minhas meias e logo tirei a calça só ficando de cueca e sentei na cama e peguei a maleta de primeiro socorros e comecei a limpar os ferimentos e logo comecei a fazer os curativos. - Devia ter feito mais profundo. - Ela dizia sobre os cortes e eu evitei ela sem falar nada, eu não queria falar. - Ah Justin você vai ficar quieto? - Ela falou manhosa e logo riu depois.
Eu: Porque realmente você está aqui? - Perguntei sem olhar para ela ainda terminando os curativos.
Anne: Sei lá... - Ela ficou num tom de "tanto faz" - Tédio, eu acho. - Então eu terminei os curativos e coloquei a maleta em cima do criado mudo e peguei as roupas que eu havia tirado e joguei no chão e fui em direção do meu closet e peguei um short de malha fina e vesti, me joguei do lado dela me sentando encostado na cabeceira e pegando o copo da mão dela e a mesma resmungou.
Eu: Tédio um caralho, o que você quer? - Tomei o wisky e olhei para ela e os olhos dela estavam mais azuis que o normal.
Anne: Tudo bem... - Ela falou num tom de desisto de continuar e eu dei uma risadinha. - Eu vim aqui mesmo porque estava no tédio e eu sabia que você teria wisky aqui... - Ela apontou para o copo. - Então eu vi que namoradinha estava tomando banho e resolvi ficar aqui, para quando eu percebesse que ela estava saindo, eu ficar de lingerie e falar que você mandou eu ficar assim para quando você subisse. - Ela disse como se fosse algo engraçado e começou a rir e eu até ri um e terminei de beber o wisky e balancei o copo mostrando para ela que tinha acabado, então ela se virou e se abaixou para pegar algo no chão e pegou a jarra aonde eu colocava o meu wisky, ela tirou a tampa e encheu o copo de novo e voltou a colocar a jarra no chão.
Eu: Você não presta. - Bebi um gole de wisky e logo dei o copo para ela.
Anne: Nenhum de nós prestamos. - Ela disse distante e logo bebeu o wisky. - A prova disso é que alguns minutos atrás estávamos sendo torturados psicologicamente, eu quase te matei, te torturei e você está aqui conversando comigo e eu com você. - Ela olhou para mim e eu só a observei. - Eu não ligo mais sabe... - A parte branca do olho dela ficou avermelhada. - Por isso ia me entregar para acabar com esse acordo, só que não vai dar certo, agora tudo vai piorar com o Jacki aqui. - Ela fechou os olhos e ela falava como se estivesse perdida e uma lágrima escorreu do olho dela e ela limpou e respirou fundo e voltou a olhar para frente e praticamente virou o copo de wisky.
Eu: Se você quiser eu te mato, problemas resolvidos.
Anne: Mas nem fodendo. - Ela riu e bebeu o wisky e eu ri junto com ela, então ela me deu o copo e eu bebi também. - Justin topa ir num lugar comigo? - Ela me olhou meio indecisa.
Eu: Para onde? - Perguntei curioso.
Anne: Aqui em casa, é no andar de cima... - Ela explicou. - É que eu só não quero dar de cara com a Vic logo hoje.
Eu: Tudo bem. - Disse simples e ela logo se levantou da cama e pegou a garrafa de wisky e eu levantei com o copo na mão, e ela saiu do quarto e eu fui seguindo ela pelo corredor. - Para onde exatamente vamos? - Perguntei atrás dela.
Anne: Aqui. - Ela parou na frente de uma porta e  abriu, era um quarto, mas era diferente dos outros, ele era vamos se dizer vintage, havia quadros espalhados pelo quarto e as portas do closet era de uma madeira polida toda detalhada, a cama era de casal e não tinha um tamanho padrão era um pouco maior do que as normais, então ela caminhou até a beirada da cama e colocou a garrafa de wisky em cima do criado mudo e sussurrou algo que eu não pude ouvir,então eu fechei a porta e caminhei até a cama e nós estávamos sentados do mesmo jeito que estávamos no meu quarto.
Eu: O que você falou que eu não ouvi? - Perguntei curioso.
Anne: Pedindo desculpas para o meu avô porque a garrafa pode manchar o criado mudo dele. - Ela riu. - Esse era o quarto dele, acho que o Robert mesmo bancando o durão não teve coragem de ficar com ele, apenas manda limpar aqui. - Ela analisou o quarto e suspirou.
Eu: Anne... - a chamei. - Você está bem? Você ta estranha... - Pausei e ela estava olhando para mim. - Você normalmente estaria pirando ou nervosa, querendo descontar em algo, porque eu to assim e acho que você também deveria estar. - Então ela riu e logo o riso dela se transformou em choro e eu coloquei o copo em cima do criado mudo e a abracei de lado e a mesma se aconchegou em mim.
Anne: Ele vai me destruir Justin... - As lágrimas escorriam pelo seu rosto. - Ele vai fazer todos os tipos de coisas para eu me tornar uma máquina humana de matar, e eu não posso... - Senti as lágrimas dela no meu peito nu. - Não que agora eu tenho algo que eu me importo, o Andrew. - Ela chorou mais e eu passei a mão sobre seus cabelos e eu não sabia o que fazer. - Eu não quero me tornar o que era.
Eu: Se você não quiser, você não vai. - Ajeitei ela e a fiz olhar para mim. - Ei... - Limpei seu rosto molhado. - Você ta estragando seu look da noite. - Dei um sorriso e ela sorriu sem mostrar os dentes. Afinal ela continuava maquiada e com o vestido, só que sem os saltos. - Para de chorar, não deixe sua armadura cair agora, você vai precisar dela, eu realmente acho difícil ver você assim... - Ela me interrompeu.
Anne: você me causa isso, eu não sei se te amo, não sei se te odeio, eu só sei, que quero encher de portada e logo depois quero te beijar. Então vai se foder a culpa é sua. - Ela parou de chorar, mas ela ainda tava com voz de choro mas tentou deixar um tom bravo, o que não conseguiu.
Eu: Se serve de consolo, eu me sinto da mesma forma. - Então ela ficou ajoelhada na cama olhando para mim. -  O que foi?
Anne: Justin me responde com sinceridade. - Ela Lambeu os labios. - Porque você traiu minha confiança várias vezes? Porque me trocou pela Vanessa? E agora por aquela vaca loira? - Eu suspirei, pois eu sabia a resposta, mas falar aquilo em voz alta seria dificil, admitir seria difícil.
Eu: Para te esquecer... - Engoli seco e olhei para baixo. - Esquecer que quem amo é outra. - precionei os lábios. - Trai sua confiança achando que se você me odiasse seria mais fácil, e parece... - Olhei para ela que não havia parado de me olhar. - que nós dois usamos a mesma tática, não é mesmo? Também fingimos nos odiar, fingir que não ligamos. - Então os olhos dela lacrimejaram. - Mas sabe qual é a pior parte, é que todos acreditam, mas a gente no fundo sabe a verdade, sabe que não basta todo o fingimento para esquecer quem realmente ama. - Então desceu uma lágrima do meu olho e eu limpei. - Vai se foder Anne, olha o que você fez, to parecendo um mariquinha. - Eu ia pegar o wisky do criado mudo, mas ela me impediu e sentou no meu colo e me abraçou e eu a abracei de volta.
Anne: Obrigada. - Ela suspirou no meu pescoço e eu me arrepiei. - Eu precisava disso antes desse pesadelo realmente começar. - Então ela desfez o abraço e a gente estava a centímetros que dava para gente se beijar. - Sabe Justin... - Eu a encarei ainda a centímetros da boca dela. - Jacki tinha razão, você me estragou mesmo.
Eu: Serio? - ainda continuávamos na mesma posição.
Anne: Serio... - As nossas respiração já se confundiam e eu ainda encarava aqueles olhos que estavam brilhando porque ela havia chorado. - Mas eu to bem fodasse para a opinião dele nesse exato momento, sabe por quê? - Ela se aproximou mais da minha boca e eu olhei para a boca dela.
Eu: Não. - Eu disse num sussurro.
Anne: Porque você beija bem pra caralho e eu não consigo resistir. - Então eu não deixei terminei e fui para frente e a beijei e ficamos um tempo assim só num selinho demorado então ela separou. - Quer saber? Fodasse eu preciso de você mais uma vez. - Ela tirou o vestido com uma certa dificuldade e o jogou em algum lugar e logo me beijou com desejo.Então eu a joguei do outro lado da cama.
Eu: Seu avô que me perdoe por eu estar quase transando com a neta dele na cama dele. - Disse enquanto ia para cima da Anne e distribuía beijos pelo seu corpo.
Anne: Que ele me perdoe também. - Ela riu e eu ri entre os beijos, então eu voltei para sua boca e a beijei ela entre mordidas, então senti gosto de sangue, não sabia se era da minha boca ou era da dela, pois eu estava alucinado com tanto desejo, eu já estava exitado, então coloquei uma das minhas mãos na nuca dela e outra desci até a sua vagina e fiz movimento circulares, então arfou entre o beijo e logo arranhou minhas costas que ardeu, mas realmente aquilo me exitou, então coloquei minha mão na sua cintura e outra debaixo da sua coxa a erguendo então desci dando leves beijos pelo seu corpo.
Fui em direção do seu joelho e comecei a dar beijos lentos e fui descendo, então cheguei na sua vagina e olhei para cima e dei um sorriso malicioso e apenas depositei um beijo por cima da sua calcinha, então fui subindo lambendo sua barriga  e ela se curvou na cama e segurou nos lençóis, tentando evitar gemer, parei na barra do seu sutiã e fui com minhas mãos para suas costas e desabotoei o feixe do mesmo e logo tirei aquele pedaço de pano inútil. Então eu massageei seus seios e ela arfou, então eu coloquei minha boca em um deles e ela gemeu e sua respiração estava acelerada, mas eu não parei, então eu Lambi e mordisquei, mas logo e subi em direção ao rosto e o seu olho estava com a pupila mais dilatada e transbordavam luxúria, então ela sorriu e eu sorri de volta.
Eu: Caralho como você consegue ser tão bonita?
Anne: Como você consegue me enlouquecer tanto assim? - Ela retrucou com uma pergunta e inverteu as posições, e ela sem falar nada foi beijando meu pescoço e deu um chupão lá e eu tenho certeza que ela fez me propósito, então ela Lambeu meu pescoço e logo mordeu, sua língua era quente e eu me arrepiei, então senti sua boca roçar minha orelha ela sussurrou:
- Vou te marcar de todos os jeitos para aquela vadia loira aprender que mesmo depois de tudo, eu ainda consigo ter você. - Então ela mordeu minha orelha e foi descendo beijando meu peitoral e quando ela chegou no meio senti as unhas dela arranhando meu peitoral com força e descendo, enquanto ela ia terminando de descer com a boca dela mordendo até o cós do meu shorts, então eu gemi. Ela tirou com cuidado meu shorts para não tirar os curativos da coxa, então ela subiu no meu colo e ficou sentada nele, então ela começou a rebolar e eu fechei os olhos e dei um sorriso e senti ela apoiar suas mãos no meu abdômen e parar de rebolar.
Eu: Por que parou? - Perguntei indignado.
Anne: Você fechou os olhos, olha para mim, eu gosto dos seus olhares. - Então eu sentei e arrumei ela no meu colo e fiquei com uma mão na sua cintura e a outra na sua coxa e Apertei os dois lugares.
Eu: Agora rebola para mim. - Comecei a beijar seu pescoço, entaquando alisava sua pele e comecei a massagiar seus peitos e parece que ela perdeu a concentração porque ela parou de rebolar e eu ri e parei.
Anne: Você não me deixa me concentrar.
Eu: Essa é a intenção. - Sorriso malicioso e mordi o bico do peito dela e a mesma gemeu.
Anne: É mesmo? - Ela se aproximou da minha boca. - Gosto assim. - E me beijou, então joguei ela deitada na cama e fiquei por cima, mas não parei o beijo, então tirei sua calcinha e logo em seguida minha cueca, então eu penetrei e ela deu um gemido e eu tampei a boca dela.
Eu: Ninguém pode ouvir a gente, a porta ta aberta. - Rimos e ela tampou minha boca também e então eu continuei.
[...]
Eu estava encontrado na cabiceira com ela deitada sobre o meu peito e eu bebendo wisky, porque eu estava tentando processar tudo isso.
Eu: Sei que você não tem nada haver com isso, mas acho que ia querer saber.
Anne: O quê? - Ela se sentou, olhou para mim e pegou o copo da minha mão em seguida bebeu.
Eu: Vic vai embora amanhã.- Eu devia me sentir mal, mas não estou, acho que estou até feliz que ela vai sair desse inferno.
Anne: até falaria para gente comemorar, mas a gente já comemorou. - Ela deu um sorriso malicioso. - Deixa eu provocar ela então? Uma última vez?
Eu: Não Anne.
Anne: Justin desapegado, para de se importar, isso ta te estragando.
Eu: Ta. - Me rendi.- O que você quer fazer?
Anne: Quero ir no seu quarto, da uma provocadinha e pegar uma blusa sua para eu vestir.
Eu: Ela é sensível Anne... - Tentei discordar da ideia dela.
Anne: Desapega. - Ela me deu selinho e pulou para fora da cama e vestiu só suas roupas íntimas e estendeu a mão para mim e eu vesti minha cueca e meu shorts.
Eu: Você vai de lingerie? - Olhei para ela.
Anne: Vou, vai ter mais impacto. - E quando percebi já estávamos andando pelo corredor daquele jeito e ela já chegou entrando no meu quarto e a Vic estava deitada na cama mexendo no celular.
Vic: Justin achei que você não... - Então ela olhou para a porta quando a Anne acendeu a luz e arregalou os olhos.
Percebi o olhar de perversa da Anne, então a mesma me deu um selinho.
Anne: Amor aonde fica suas blusas? - Ela praticamente destacou o amor na frase dela e eu ri, afinal eu estava quase bêbado, quase.
Eu: Ali. - Apontei para o closet e a mesma foi para la, olhei para a Vic e a mesma estava me encarando.
Vic: Que merda é essa? - Ela se levantou da cama. - Por que essa vadia ta quase nua? Por que ela te beijou? E por último por que ela veio até seu quarto com você comigo nele? - Ela já estava mais próxima de mim.
Anne: Eu ouvi o vadia. - Gritou do closet.
Vic: Me responde. - Ela cruzou os braços.
Eu: Simples, você disse que ia embora, então acho que a gente não tem mais nada, tava afim de ficar com Anne, então nada me impediu, fim. - Disse simples e ela ficou sem palavras.
Anne: Pronto. - Ela saiu com uma blusa branca que eu não sabia explicar a estampa e ela batia até metade das suas coxas. - Vamos? - Ela veio para o meu lado e segurou minha mão e eu ri, ela não presta. - Algum problema? - Ela perguntou para Vic.
Vic: Pelo jeito você não só "ficou" com ela. - Ela olhou para os arranhões que estavam no meu peitoral e ignorando completamente a Anne. Então sem falar nada a Anne me puxou para fora do corredor e começou a rir.
Anne: a cara dela foi a melhor.
Eu: Ta você já se divertiu, agora você precisa entrar no quarto para ninguém te ver assim. - Puxei ela para dentro do quarto que estávamos.
Anne: Tudo bem. - Terminou sua risada e fechou a porta. - Vamos dormir porque estou cansada.
Eu: Também estou.
A gente estava deitado na cama agarrados, então a Anne resolveu falar:
- Eu ainda te odeio. - Ela riu. - Isso não muda nada.
Eu: Claro que não muda. - RI. - também te odeio, não se preocupe.
[...] No outro dia
Acordei e percebi que a Anne não estava do meu lado, o quarto estava escuro ainda, parecia que até estava de noite, pois as cortinas estavam fechadas, preciso de cortinas dessas no meu quarto. Sentei na cama e me espreguicei procurando algum relógio para saber a hora, liguei o abajur e vi que a Anne estava sentada na poltrona do quarto.
Eu: O que você está fazendo ai? - Pisquei algumas vezes, pois a luz do abajur estava incomodando meus olhos.
Anne: Pensando num plano. - Mexeu o maxilar. - E também observando como você dorme que nem pedra. - Dei uma risada abafada.
Eu: Então... - Me descobri e passei os dedos nos meus cabelos para tira-los do meu olho. - Qual seu plano? E para quê?
Anne: Eu não confio em você para contar, plano contra o Jacki. - Ela deu um sorriso sem mostrar os dentes. - Mas uma parte você pode saber, pois você vai participar.
Eu: -Ri antes de falar. - Você quer que eu te ajude sem você me contar o que pretende fazer? Para, a gente transou ontem, você pode falar para mim, não acha? - Levantei uma sobrancelha.
Anne: Justin amor... - Ela deu um sorriso debochado. - Sexo é sexo... - Ela andou até mim e parou na minha frente. - Confiança é confiança, não confunda. - Ela sorriu. - Agora... - Ela sentou na beirada da cama olhando para mim. - vou contar sua parte do plano, aí você participa comigo se quiser, se não quiser ótimo, arranjo alguém. - Só concordei com a cabeça para ela continuar falando. - A sua no parte no plano, apenas será fingir que está comigo, tipo Jacki vai odiar que alguém realmente está comigo, então ele vai usar isso contra mim, e isso que eu realmente quero, quero engana-lo da melhor forma possível, e quando ele achar que está me controlando... - Ela parou de falar. - Bom você vai aceitar ou não?
Eu: Talvez, não quero participar disso sem ganhar nada. - Falei sério e ela bufou. - Anne eu nem sei quem é esse cara... Vai que ele tenta me matar.
Anne: Para de ser medroso, uma coisa você tem que saber, se você mostrar pra aquele cara que você tem potencial, no caso enfrentar ele, ele não vai te matar, pode ter certeza.
Eu: Mas pode me torturar, não to muito afim não.
Anne: Você não quer fazer? Ótimo. - Ela levantou da cama, desistindo de me convencer. - Talvez o Cole me ajude, afinal ele não curte muito o Robert e seu acordo. - Ela ia caminhando para a porta e eu senti...Ciúmes, ela tinha que fazer isso comigo e não aquele bostinha que é protegido do Robert.
Eu: Espera... - Ela olhou para trás. - Eu te ajudo com uma condição.
Anne: Qual?
Eu: Quero que me responda umas coisas.Há quanto tempo você conhece o Jacki?
Anne: Há muitos anos.
Eu: Como você conheceu ele?
Anne: Meu pai, eles dois... - Ela olhou para baixo e respirou fundo. - Eles dois eram melhores amigos, ou são... Olha eu nem sei mais. Mais alguma coisa?
Eu: Por quê tem tanto medo dele, mas não demonstra?
Anne: Eu não tenho medo dele. - Ela estava olhando para mim e desviou o olhar. - Agora chega de perguntas. - Ela mudou de assunto. - vamos começar o plano, todos estarão na cozinha hoje, eu tenho certeza, afinal todos ficaram de olho no Jacki para tentar descobri o que ele é, porque geral é curioso demais. Então a gente vai sentar junto e eu vou provocar todos ao máximo, vai ser legal. - Ela sorriu.
P.O.V Anne Nercessian
Meu plano? Bom estou calculando ele agora. Eu parei para pensar, tipo no internato eu aprendi coisas, Jacki me ensinou muitas outras coisas, Robert também, mas meu avô me ensinou a mais importante, e o que ele me ensinou foi que no mundo da máfia você precisa de família, porque família é poder, família é sua fortaleza e mesmo que você não tenha uma, finja que tenha, porque sem família você é uma pessoa fraca, então é isso que eu vou mostrar para o Jacki, que eu tenho o Justin, em breve terei o Andrew, mas quando Jacki menos esperar eu o capturo e o torturarei como ele me tortura até ele não ter uma gota de sangue no corpo e essa será meu plano, ou pelo menos acho. Ainda estou calculando se vai dar certo.
Eu estava indo para a cozinha ainda com a blusa do Justin vestida e de mãos dadas com o Justin, e eu realmente estou torcendo para que a Vic esteja naquela cozinha, porque mesmo eu não confiando no Justin, vou provar para aquela vaca que quando eu quero algo eu sempre consigo, porque eu sou uma Nercessian.
Quando entramos na cozinha estavam praticamente todos ali, menos Robert e Alysson, pelo jeito a Aly ainda não viu o convidado de honra, ri mentalmente.
Jacki nos encarou e sua cara realmente não demonstrava nada e logo olhou para minhas mãos juntas com a do Justin e revirou os olhos. Fui em direção do armário junto com o Justin e soltei a mão dele e ele pegou as xícaras e os pratos para nós dois e ainda continuava um silêncio naquela cozinha, então eu e o Justin nos sentamos na mesa e nos servimos.
Eu: Então... - Falei quebrando aquele silêncio e todos olharam para mim. - Como passou a noite Jacki? Robert te recebeu bem? Ou você ficou torturando alguém até amanhecer e veio tomar café? - Ri e tomei um gole de café.
Jacki: Passei muito bem querida, torturei você, mexi com a cabeça do seu queridinho ali... - Apontou para o Justin. - Assustei uma criancinha. - Olhou para a Vanessa que engoliu seco. - E fui dormir. - Ele olhou para mim. - E Justin a pintura do seu quarto é horrível. - Ele riu e tomou um gole de suco.
Justin: O que você foi fazer no meu quarto? - Ele falou nervoso e o Jacki apenas riu, ele tava testando o Justin, então eu coloquei a mão na coxa do Justin fazendo que ele não se levantasse.
Eu: Jacki foi atrás da ex do Justin? - Ri. - Acho que eu e o Justin já mexemos com o psicológico dela ontem, não foi mesmo Vic? - Olhei para ela que estavam tão quieta, coitada. - Não importa o que você fez para ela, afinal você apenas está tentando provocar o Justin, mas agora ele não está mais com ela. - Ri e tirei a mão da coxa do Justin e o mesmo estava olhando para Vic.
Jacki: Acho que ele ainda se preocupa com ela. - Ele olhou para onde o Justin estava olhando, merda Justin, nem para me ajudar em um plano você serve. - Anne para de tentar com sei lá o que você ta tentando, porque olha o seu queridinho parece que não está ajudando muito você.
Eu: Melhor eu parar mesmo né? - Levantei as sobrancelhas. - Assim é mais fácil. - Peguei o garfo do meu prato com força e cravei na mão do Jacki, afinal eu estava sentada do lado dele, e ele olhou para mim furioso.
Jacki: Porra. - E segurou no garfo tentando tira-lo.
Vanessa: Uau por essa eu não esperava. - Percebi que o Jacki já havia tirado o garfo e se levantou e me puxou para fora da cadeira e começou a me arrastar para algum lugar.
Justin: Para onde vai leva-la?
Jacki: Se não for para se oferecer no lugar dela... - Ele parou. - Melhor não saber. - Ele sorriu sem mostrar os dentes.
Eu: Sei andar sozinha. - Me soltei dele e ele deixou por assim e eu o segui com certa dificuldade porque meu pé estava doendo por causa de ontem.
Jacki: Chegamos. - Ele parou em frente de uma porta que era da escada.
Eu: No closet? Hã? - Fiquei confusa.
Jacki: Você não me perguntou ontem porque eu fiquei tão animado por querer matar seu avô, agora você vai descobrir. - Ele abriu o closet  e afastou os casacos que havia nele, então ele tirou uma madeira falsa da parede do closet e deu uma visão de uma porta e ele abriu, e eu tive uma visão de uma escada, merda viu, então Jacki me puxou com tudo para dentro do armário e fechou a porta e começamos a descer as escadas. - Eu vim muito aqui, só que eu estava no seu lugar...
Eu: Então te torturavam, que pena. - Disse irônica.
Jacki: Sim, seu avô para ser mais exato. - Então chegamos a uma sala que havia uma mesa no centro que havia umas amarras em cada ponta, merda. - Lembra ontem quando você me disse que eu podia fazer qualquer coisa que eu não tenha feito com você, então... - Ele foi em direção de umas gavetas e as abriu. - Seu avô tinha uns gostos meios exóticos para tortura, eu que diga né, então hoje Anne Nercessian a gente vai se divertir muito. - Ele deu um sorriso malicioso e eu olhei para as gavetas, tinha agulhas de vários tamanhos, armas brancas que algumas eu saberia dizer o nome e outras não, armas que era tão antiga que suas cores naturais já estavam sumindo por serem velhas e meu coração gelou, eu não poderia demonstrar medo, afinal eu preciso mostrar para ele que ele não pode me atingir, ou pelo menos faze-lo pensar isso.
Eu: O que vamos fazer agora?
Jacki: vamos começar, então Anne eu vou ter que te obrigar a ficar na mesa ou você vem? - Sentei na mesa e ele me colocou brutalmente deitada ali e foi amarrar meus tornozelos com as amarras que eram grudadas na mesa. - Você não vai precisar dessa blusa. - Então ele tirou a blusa do Justin e jogou no chão me deixando só de lingerie e aquela mesa estava gelada então me arrepiei, então Jacki amarrou meus pulsos também, e eu com certeza ia sofrer, mas eu ia ser mais forte que aquilo. - Então querida, vamos tentar concertar esse seu psicológico fraco. - Ele andou até aquelas gavetas e pegou duas agulhas. - Bom por você estar totalmente sem emoção nenhuma desde que chegamos aqui, talvez seu cérebro esteja em choque por ter descoberto essa sala. - Ele parou perto da minha mão esquerda e enfiou a algulha no centro da minha mão, mas não doeu muito, então eu segurei o grito e respirei fundo repetitiva vezes. - Talvez isso volte a seu cérebro ao normal. - Ele foi para minha mão direita e enfiou a agulha do mesmo modo que na mão esquerda e eu fechei os olhos tentando não me concentrar na dor.
Eu: Isso nem faz cosquinha, faça melhor que isso. - Falei com cinismo.
Jacki: Relaxa, não é para doer, é para dar agonia... - Olhei para ele com uma certa dificuldade e o mesmo foi se sentar numa cadeira, então voltei a olhar para o teto com aquela luz super clara que incomodava meus olhos. - Olha Anne eu não sei o que você está planejando junto com aquele Bieber, mas aconselho você trocar de parceiro porque olha, ele não está no seu nível querida. - Então fechei os olhos, não aguentava mais olhar para aquela lâmpada.
Eu: não estou planejando nada com ele. - Respirei fundo, pois realmente as agulhas começaram me agoniar, então precionei os olhos e soltei o ar.  - Ele é apenas mais uma carta do meu jogo, eu tenho lá meus "ás" na manga. - Dei um sorriso.
Jacki: Anne eu não sei o que você pretende fazer, e eu realmente não estou muito interessado porque eu realmente não ligo. - Ouvi passos chegando perto de mim e logo dando uma mexida nas agulhas. - Porque eu sei que no final você não vai conseguir o que quer, afinal eu estou um passo a frente de você.
Eu: Tem certeza?
Jacki: Claro, Anne você nunca vai conseguir vencer alguém com aliados tão fracos e tão fáceis de ser manipulados... - Então eu abri os olhos e ele estava do meu lado, então eu virei a cabeça para olhar para ele. - Anne você é melhor que eles, você foi treinada sua vida toda, não só no  físico, como no psicológico, nem a Alyson que esteve quase com os mesmo treinamentos que você chega perto do que você é. - E mais uma merda de vez eu tinha que concordar com o Jacki. - Eu gosto de você Anne, você tem potencial, agora esse pessoal? - Ele riu. - Só são alguém com algum tipo de arma na mão, por isso Anne eu quero concertar o seu psicológico, você sabe como funciona, então em poucos dias ou semanas a gente consegue. - Então eu fechei os olhos, e percebi que meu plano não funcionária, ele era como humano sem alma, nada o afetava mais, ele virou um sociopata praticamente, e por um segundo eu pensei em aceitar a ajuda dele, afinal porque eu precisaria dos outros? Todos me traíram...Então abri meus olhos.
Eu: Faça o que for preciso. - Disse fria e ele deu um sorriso.
Jacki: Como quiser querida. - Ele tirou as agulhas das minhas mãos e foi procurar outros objetos, e quando ele terminar tudo isso, eu vou me vingar de cada um que me traiu.

3 comentários:

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  2. Ai meu deus!! ISSO É HORA DE PARAR? Senhor te imploro pra postar logo
    -Yas

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  3. AI CASSETE NÃO PARA CONTINUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

    @maithemamazinha

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O que você esta achando da historia?
acha que precisa de alguma coisa?

Leitoras