domingo, 10 de fevereiro de 2013
Mafiosi teenagers in love - Capitulo 8

- Atrapalho? - Disse aquela voz entrando no quarto e eu e o Justin nos separamos, olhamos e era a Britney, e eu me afastei mais do Justin.
♦♦♦
- O que faz aqui Britney? Pensei que você tinha ido embora. - Justin perguntou quase bravo, e eu olhei para ele um tempo e voltei a olhar para a garota.
- É esperou eu ir embora para me trair né Justin? - Ela perguntou indignada, e eu soltei uma risada baixa, que nem ela e o Justin perceberam.
- Trair você? - Justin riu sarcástico. – Nós nem namoramos. - Ela engoliu seco e parecia se segurar para não chorar, parecia que ela realmente gosta dele. Alguém pega a pipoca para mim que eu acho que isso vai ficar bom.
- Mesmo assim... - Ela deu uma pausa, e encarava ele. - Você podia ter ficado com outra, não com essa ai. – Disse apontando para mim, opa.
- Essa ai tem nome... - Me aproximei dela com raiva, ela está atrapalhando meus planos. - E é Anne Nercessian. - Quando ela ouviu meu sobrenome, deu um passo para trás, espera, ela conhecia meu sobrenome? Mas antes dela falar alguma coisa, o Justin falou.
- Eu fico com quem eu quiser... - Ele disse como se aquela cena dela fosse desnecessária, e era. - O que você veio fazer aqui de novo? - Ele perguntou sem paciência, e ela parecia ter medo dele.
- Eu vim pegar o meu sutiã que eu esqueci. - Ela disse na maior naturalidade e eu ri baixo.
- Ah sim... - Disse Justin parecendo que queria manter a calma. - Ele esta embaixo da cama, eu vi quando fui pegar meu chinelo. - Ele também disse com naturalidade, e eu me pergunto quantas vezes esses dois já transaram, porque olha.
- Ah ok. - Ela foi até a cama do Justin e agachou ficando meio que de quatro, e o Justin ficou olhando para aquela bunda seca dela, eu vou ficar falando mal dela, porque eu não gostei dela, vida que segue.
- Você é indiscreto. – Disse um pouco baixo para ele e ri.
- Não pode olhar mais? - Ele disse no mesmo tom e olhando para minha cara com as duas sobrancelhas levantadas.
- Pode... mas só quando a pessoa tiver algo para olhar né. - Eu disse com desdém. - Não quando tiver uma tabua reta. – Eu ri e ele logo riu comigo e parou rapidamente para falar com a coisa.
- Vai demorar muito Britney? - Ele perguntou bravo, e a acelerando. Ela está mais para vadia dele, do que "ficante".
- Não... - Ela disse já se levantando do chão. - Já estou indo para você ficar com essa baranga. – 3,2,1 respira e não bate nela, não quebra ela Anne, não vale a pena.
- Baranga? – Perguntei com raiva e levantei uma sobrancelha e me aproximei dela.
- Isso mesmo, baranga, quer que eu desenhe? - Ela disse me enfrentando, tudo tem limites!
- Se você falar mais alguma coisa... - Respirei tentando manter a calma, não estava dando certo. - Quem vai desenhar é eu com minhas unhas na sua cara. – A encarei com ódio, segunda garota que eu não posso meter a cabeça na parede por causa do Justin.
- Esta esperando o quê? - Ela cruzou os braços me enfrentando, a minha vontade era de voar nela, mas o Justin perceberia minhas habilidades, então não posso, droga.
- Nada. – Disse respirando fundo, e eu precisava de um plano para me sair bem dessa vez. – Olha Justin eu vou embora, não quero incomodar suas namoradinhas. – Eu ia saindo, mais ele segurou o meu braço. Plano em ação.
- Primeiro, ela não é minha namorada... - Ele disse olhando para mim com serenidade. - E segundo, ela já estava de saída, não é Britney? – Ele quase rosnou para ela, e enquanto a encarava ela parecia estar com medo dele, uau. Eu medi o Justin e uau eu adorava um homem com poder... Para Anne!
- É. – Ela disse em um fio de voz e saiu do quarto. E antes que ficasse um silêncio horrível, já fui falando com o Justin.
- Eu sinceramente desanimei o seu dia. – Ri fraco. - Não precisava ter feito aquilo Justin.
- Claro que não. Apesar que a Britney já estava chata. - Ele disse pensativo. - Ela já está acostumada com isso. - Eu não queria continuar aquele assunto, então mudei totalmente de assunto.
- Tem alguma coisa para fazer aqui na sua casa? - Perguntei mudando o clima. - Para nos divertimos. - Dei um sorriso.
- Tem uma sala de jogos. - Ele me respondeu, que ótimo, adoro jogos. - Mas não sei se você vai querer ir... - Então o interrompi
- Vamos para lá? - Ele me olhou surpreso. - Porque aqui esta um tédio, e eu adoro um jogo. - Dei um sorriso de canto e ele retribuiu.
- Ah, então tudo bem, vamos. – Justin foi em direção da porta e a abriu. – Mas eu tenho que te avisar uma coisa. - Ele pressionou os lábios e eu o olhei confusa.
- O quê? - Perguntei rapidamente.
- Alguns amigos do meu pai podem falar alguma coisa de você, então não liga. - Ele disse com receio, capangas presumo.
- Sem problemas, relaxa. – Dei um sorriso. Ele saiu do quarto e segurou minha mão me guiando até a tal sala. Eu ouvi alguns comentários sujos dos capangas, sussurros que o Justin não ouviu, mas tive que ficar quieta se não eu poderia estragar o plano. Quando chegamos á sala de jogos, era enorme e tinha alguns homens lá, me senti desconfortável com alguns quase me comendo pelos olhos.
- Quer jogar o quê? – Ele perguntou animado e eu analisei a sala.
- Um jogo que fique longe desses homens, que estão quase me comendo pelos olhos. – Eu disse, e aquilo realmente estava me incomodando. Ele apenas riu fraco.
- Tem como vocês saírem? – Disse Justin enquanto os encarava e eles saíram. – Pronto, agora escolhe um. - Ele disse segurando nos meus ombros e bem próximo ao meu corpo, então eu analisei e eu fiquei sabendo que o Justin gosta de garotas que o surpreenda, então Bieber é o que você vai ter.
- Sinuca. - Disse afirmativa, eu era ótima no jogo, mas não era por isso que eu tinha escolhido.
- Esta me zoando? - Ele inclinou a cabeça para olhar para o meu rosto, e ele realmente estava surpreso, ponto para mim.
- Não, eu gosto de jogar sinuca. – Sorri e fui em direção aonde ficavam os tacos de sinuca e peguei um, observei o Justin arrumar o jogo todo concentrado, quando ele terminou e olhou para mim com a bola branca na mão, o mesmo colocou a bola branca ao centro da mesa.
– Primeiro as damas. – Ele disse e eu fui em direção da mesa e me posicionei, e para fazer o Justin me ajudar errei de propósito, ouvi o Justin rir abafado.
- Acho que não sei mais jogar, me ajuda? – Perguntei o olhando com luxúria.
- Por que não? – Ele colocou o taco que segurava encostado na parede e veio em minha direção e segurou na minha cintura, senti um certo arrepio passando pelo meu corpo. – Olha você segura o taco assim... – Ele disse perto do meu ouvido e me mostrando como se fazia segurando na minha mão que apoiava no taco. – E depois mira no alvo e... – Ele soltou minha cintura e acertou a bola branca que acertou as outras fazendo um eco na sala de jogos. – Agora tenta você. – Como eu já sabia jogar acertei e fiz um ponto, bola par.
- Eu sou o par... - Dei um sorriso. - Vamos lá. - Lambi os lábios e me concentrei para fazer a jogada, outro ponto.
- Mas como? – Ele me olhava indignado. - Você parecia que não sabia jogar. - Ele continuava indignado, e eu apenas ri e me aproximei dele.
- Sabe... – O encarei. – Você é um bom professor. – Disse com um sorriso nos lábios.
- Você me enganou... - Ele olhou para mim rindo. - Isso não vale. - Ele fez um sinal de negativo.
- Uma mulher não pode ter seus truques... - Fiquei mais próxima dele. - Posso te fazer uma pergunta? - Disse enquanto corria meus dedos pelo seu ombro. Ele era um pecado por completo.
- Pode. - Ele disse olhando nos meus olhos e levantando meu rosto com suas mãos no meu queixo.
- Posso te beijar? – Ele não disse nada apenas colou nossos lábios sem delicadeza nenhuma e me beijou ferozmente, ele me grudou na parede e apoiou sua mão direita na parede, colocando a mão esquerda na minha nuca. Ouvi nossos tacos do jogo se chocarem contra o chão, afinal eu larguei o meu, e o dele provavelmente escorregou da parede, mas nenhum de nós dois estava ligando para aquilo, só o desejo importava, o beijo. Suas mãos estavam inquietas, eu sabia que ele queria, mas não vou deixar acontecer, vou deixar ele com um gostinho de quero mais. Separei nossos lábios e empurrei o Justin de leve.
- Justin... – O repreendi, se eu ficasse mais uns segundos não pensaria em mais nenhuma estratégia, mas eu precisava, precisava fazer o plano dos Nercessian.
- Algum problema? – Ele disse tentando me entender. O que eu falo?
- É complicado. – Disse tentando mudar de assunto, era complicado, eu era sua inimiga, mas desde o primeiro dia que o vi senti algo, um desejo inexplicável.
- Complicado como? – Ele perguntou desconfiado, meu plano estava meia boca, estávamos ficando, mas a desconfiança continuava ali, então respirei fundo.
- Você pergunta demais. – Desviei meu olhar, eu estava sendo pressionada, enquanto estava emocionalmente bagunçada, eu não sou assim, o que estava havendo comigo.
- Anne... - Ele me puxou. - O que você está escondendo de mim? - Ele perguntou sério, olho no olho, pulmões quase grudados, Anne se concentra, minha respiração estava anormal, que merda Bieber.
P.O.V Nolan
Esse plano da Anne me deixa preocupado. Ela já fez isso uma vez e quase acabou morta. Hoje estou com uma angustia e Anne esta na casa do Justin. Acho que vou liga para ela.
Ligação
- Alô? – Ela atendeu e eu senti sua respiração estranha... O que estava acontecendo?
- O que está acontecendo? - Perguntei já preocupado. - Você está bem? - Se o Bieber tocar nela, eu não sei do que eu sou capaz.
- Nada não. - Sua voz e sua respiração já estavam normalizadas. - Eu estou bem Nolan. - Ela disse entediada.
- Vai voltar que horas? - Perguntei, e ela não gosta quando eu fico assim, com esses "interrogatórios", mas minha preocupação é muito maior para eu não perguntar, ela é a única coisa que eu tenho.
- Não sei. - Ela respondeu simples.
- Tudo bem, se acontecer alguma coisa me liga. - Disse por fim.
- Tudo bem, senhor preocupação. – Eu ri e desliguei o celular.
- Ela está bem? - Perguntou David assim que guardei meu celular no bolso.
- Ela disse que sim. - Respondi a sua pergunta. - Mas eu não acreditei muito, ela estava preocupada, ou pelo menos parecia. - Coloquei as mãos dentro dos bolsos do meu moletom.
- Acha que ela pode estar escondendo algo? - David perguntou pensativo. - Afinal ela adorava fazer esses jogos.
- Mas isso é passado... - Disse e engoli seco, o passado tinha que ficar onde estava, sem ser remexido. - Acho que ela possa estar escondendo algo, mas não para fazer joguinhos, não sei cara.
- Enfim... - David balançou a cabeça parecendo afastar coisas da sua mente. - Deixa eu aproveitar que ela não está aqui, e te falar que o Maikon está caçando a Anne, aqui em Los Angeles. – Maikon é da família Vegas e eles são inimigos dos Nercessian, há um tempo atrás, um pouco antes de nos mudarmos, Anne enganou Maikon e sua família, pintou cabelo, usou lentes de contatos, tudo para os Vegas não desconfiarem de quem ela era realmente, Anne teve um caso com Maikon e ele confiou nela de olhos fechados, é o mesmo que ela quer fazer com o Bieber, e isso deu certo com os Vegas, então chegou o dia que a Anne matou o pai do Maikon, e depois de ter torturado o Maikon, ela ia o matar, mas os capangas dele chegaram e ela teve que fugir, Maikon ficou um bom tempo internado no hospital por ter tido hemorragias e etc.
- Como você descobriu? - Perguntei confuso.
- Quando estávamos no carregamento de armas. - Ele disse e vi que ele ia continuar, então fiquei quieto. - Eu ouvi uns capangas do Blake conversando, sobre a família Vegas estar em Los Angeles, então entrei na conversa e perguntei se era o Maikon, e eles me confirmaram, e bom... - Ele cruzou os braços. - Se é família, com certeza está com sua mãe e irmã.
- Espera... - Olhei confuso. - Ele tem uma irmã? Eu não sabia. - Será que a Anne sabia disso e nunca contou para nós?
- Ninguém sabia... - Ele parecia pensar em algo. - Parece que ela é daquele tipo, você sabe... - Ele disse achando que eu ia entender, mas o olhei confuso. - Desertora, Nolan. - Ele revirou os olhos. - O nome dela é Britney Vegas, mas parece que depois da morte do pai, a família dela a acolheu de novo, não sei da história.
- Uau, uma desertora, isso é interessante. - Disse, e nossa, se Anne descobrir isso, vai ser muito bom e violento sobre a parte do Maikon estar caçando ela. - Anne precisa saber disso, ela precisa se defender.
- Quem precisa se defender? – Disse a Sândi, a mãe da Anne, e logo já estava do nosso lado.
- Anne, senhora Nercessian. - Disse respondendo sua pergunta. - Porque os Vegas estão de volta, e aqui em Los Angeles.
- Eu cuido disso, e não contem nada a Anne, se não ela pode estragar o plano de destruir os Bieber’s. - Disse Sandi.
- Mas senhora... - Eu ia falar, mas ela me interrompeu rapidamente.
- Mas nada, vocês sabem como a Anne vai ficar se ela descobrir que o Maikon está aqui. - Ela disse como se fosse para gente se lembrar do estado que a Anne ficou no passado quando não pode matar o Maikon. - Então, não é para contar, se isso ocorrer eu corto a língua de vocês.
- Sim, senhora. - Eu e David dissemos num coro, e logo ela saiu.
P.O.V Sandi Nercessian
Fiquei sabendo pelos garotos que os Vegas estão em Los Angeles, e agora estou preocupada, pelo que a Anne contava deles, eles são bastante obsessivos, e então provavelmente, ou melhor, certamente Maikon está aqui para caçar a Anne, e isso não é bom, estava indo em direção do escritório do "Big boss", também conhecido como meu marido.
- O que te traz você aqui querida? - Ele desviou o olhar da tela do computador e ficou olhando para mim, ainda sentado em sua cadeira.
- Problemas. - Passei as mãos no meu cabelo. - Vegas estão em Los Angeles, certamente Maikon vai vir atrás da Anne, e isso vai estragar o plano com os Bieber's.
- O QUÊ? - Ele esbravejou e levantou da sua cadeira e veio na minha direção. - Ela não sabe disso, não é Sandi? - Ele disse um pouco mais baixo e próximo de mim.
- Lógico que não. - Disse como se fosse óbvio. - Conheço a filha que temos, e eu já falei para o David e o Nolan guardarem segredo se não eu corto a língua deles fora. - Dei uma leve risada.
- Melhor assim. - Ele disse pensativo. - Sandi, você precisa ir fazer uma visita para sua querida colega Pattie. - Ele deu um sorriso falso, e eu apenas ri. - Anne está lá, então você já da uma sondada, porque acho que dessa vez ela não da conta sozinha.
- Sim senhor. – Cheguei perto dele e beijei ele.
- Cuidado com os homens de lá, se um encostar em você eu mato. – Ele disse com os braços cruzados.
- Você não muda, sempre ciumento. - Fiz um sinal negativo com a cabeça. - E depois eu sei me defender. – Disse e sai dali do escritório e fui em direção da casa dos Bieber’s.
P.O.V Justin Bieber
Anne Nercessian, o que você esconde de mim?
Só isso que eu queria saber, somente isso, ela estava sua respiração descompassada, mas ela continuava em silêncio.
- Eu não estou escondendo nada. - As pupilas dela dilataram e ela disse num tom frio, e eu soltei o braço dela lentamente. - Mas acho que quem esconde algo aqui é você. - Ela disse, e ora, ela também desconfiava de mim, quando eu ia falar algo, o celular dela tocou, e ela atendeu rapidamente.
- Alô? – Disse a Anne preocupada. Porque ela estaria preocupada? – Nada não... Eu estou bem Nolan... – Ela parou e ficou fitando o chão. – Não sei. – Ela parou de falar e ficou ouvindo atentamente. – Tudo bem, senhor preocupação. – Quem era? Ela desligou seu celular, e voltou o guardar dentro do bolso da sua calça.
- Alguém importante? – Perguntei curioso.
- Não, era só o Nolan perguntando se eu estava bem. - Disse ela simples.
- Por que não estaria? - Perguntei desconfiado.
- Ele tem ciúmes. - Ela pressionou os lábios, parecia nervosa.
- Ele é seu amigo, porque teria ciúmes? - Eu a olhei confuso, será que eles tinham algo?
- Sim, ele é meu amigo. - Ela parou de olhar para mim. - Nossa história é complicada. - É eles deviam ter algo, mas não ficaria na dúvida.
- Amizade colorida? - Eu ri. - Eu também tenho essas amizades, relaxa. - Ela olhou para mim, com um sorriso no rosto, e parecia aliviada, com o quê?
- Você não tem amizades coloridas... - Ela riu. - Você tem "parceiras" de sexo. - Ela fez aspas no ar e toda cínica, e eu apenas ri.
- Uau, que coragem de jogar isso na minha cara. - Disse me aproximando dela, e ela deu um passo para trás e se encostou na mesa de sinuca. - Normalmente, as garotas não falam assim comigo. - Disse passando os dedos entre seus cabelos.
- Por quê? - Ela perguntou me encarando. - Eu só disse o que eu penso. - Ela lambeu os lábios e olhou para minha boca e logo voltou a olhar nos meus olhos.
- Porque elas tem amor a própria vida. - Disse brincando, mas aquilo tinha um fundo de verdade.
- Ah não se preocupe... - Ela grudou mais nossos corpos, e dizia no mesmo tom de brincadeira que o meu. - Eu nunca tive medo da morte. - E deu um sorriso, e nossa como ela era sexy, então a beijei com intensidade, eu não quero ficar só nessa de beijo. Peguei um impulso e coloquei ela sentada na mesa de sinuca sem parar o beijo, ela entrelaçou as pernas na minha cintura e me puxou para mais perto, se é que era possível, senti as mãos delas dentro da minha blusa e suas unhas passando levemente nas minhas costas, então soltei um leve sorriso entre o beijo e uma das minhas mãos foram sua cintura a apertando de leve, e a outra entre seus cabelos e os segurei com força e ela gemeu baixo, então ela puxou minha blusa para cima e nós separamos o beijo e ela colocou a camiseta em cima da mesa, e eu soltei um sorriso malicioso e a mesma retribuiu, e eu ia voltar a beijar-lá, mas ela virou o rosto e olhou em direção da porta.
- E se entrar alguém? - Ela soltou uma leve risada.
- Assiste ao show. - Dei risada e a abracei e comecei a beijar o pescoço dela.
- Estou falando sério. - Ela disse mais baixo, mas já passando suas mãos sobre mim, então ouvimos a porta ser aberta e paramos, e quando olhei era minha mãe, que droga em.
- Atrapalho? - Disse ela já entrando, e se aproximando de nós.
- Sim. - Respondi vestindo minha camiseta. - Você sempre atrapalha mãe.
- Não atrapalha nada não, senhorita Bieber. – Anne disse me fuzilando e descendo de cima da mesa.
- Não sou senhorita Bieber. - Ela disse rude, ela odiava quando usavam o Bieber com ela.
- Mãe. – A repreendi.
- Meu sobrenome é Mallete, mas pode me chamar de Pattie. - Ela disse esticando a mão para a Anne.
- É um prazer, Pattie. - Disse Anne retribuindo o aperto de mão.
- O que veio fazer aqui? - Perguntei entediado, afinal ela já tinha estrago o clima mesmo, segunda vez no dia já que acontece comigo, o que eu fiz para merecer isso?
- Bom, a senhora Nercessian está aqui na sala, ela pediu para chamar a Anne, e como eu odeio pedir para os empregados fazerem as coisas, eu mesma vim chamar. - Disse ela rapidamente.
- O que ela quer comigo? – Perguntou a Anne com um humor totalmente diferente.
- Não sei, ela só pediu para te chamar. – Anne deu um suspiro e ela segurou na minha mão me puxando junto com ela para ver o que a mãe dela queria, minha mãe estava logo atras de nós.
- Senhora Nercessian... - Disse Anne irônica olhando para a mãe dela, e vi que a mesma repreendeu a filha com um olhar. - A que devo a honra? - Ela deu um sorriso falso, uau, depois dessa minha mãe não reclama mais de mim, ou não...
- Você sabe que eu não gosto quando fala assim... - Disse a senhora Nercessian trancando o maxilar. - Eu só queria ver se você estava bem, querida. - Ela respondeu no mesmo tom que da Anne, uau, as duas se parecem e muito.
- Desculpe-me, tive uma educação de elite. - Ela disse zombando, acho que da cara da mãe dela, e a mesma olhava com ódio para a cara da Anne. - Foi só para isso que me chamou?
- Sim, senhora educada. - Ela disse rude e vi a Anne revirar os olhos. - Desculpe se atrapalhei o casal. - Oi? Que casal?
- Não estou vendo nenhum casal aqui. - Disse cortando ela quase um pouco rude, o clima naquela sala estava ficando ruim.
- Justin, melhor não falar nada. - Disse Anne com um tom de voz mais leve. - Vamos sair daqui antes que a investigação comece, não estou no clima.
- Tudo bem, vamos. – Saímos de lá, fomos para o meu quarto, Anne entrou e foi logo se jogando na minha cama e eu fechei a minha porta. – Você não falou que não ia mais deitar ai na minha cama.
- Nossa verdade... - Ela se levantou da cama num pulo. - Tinha me esquecido, ai que nojo. - Ela deu risada e eu ri junto da cena dela, essa garota não bate bem da cabeça.
- Nossa, "querida" você tem nojo de mim? - Perguntei e ironizei no querida, pelo fato da mãe dela ter falado lá em baixo, e ela apenas revirou os olhos.
- Não tenho nojo de você, senhor Bieber. - Ela disse no mesmo tom que havia falo com a mãe dela, eu apenas ri baixo. - Apenas do que você, e sua companhia fizeram nessa cama. - Ela terminou soltando um risinho. - Eu odeio falar assim, é estranho, muito formal.
- Primeiro, não fiz nada com ela, e você sabe, afinal foi você quem atrapalhou. - Ela me olhou incrédula e eu sentei na cama. - Muito formal? Pelo que entendi você estudou num colégio de elite. - Eu enfatizei e nós rimos por alguns segundos até ela falar.
- Bem observador, senhor Bieber. - Não vou mentir, gostei dela me chamando assim. - Eu estudei, é um passado que não gosto de lembrar, muito turbulento, e esse jeito "formal" só me faz lembrar. - Ela disse por fim e sentou no meu colo. - Pelo menos aqui... - Ela olhou para onde se sentou. - Não é sua cama... Diretamente. - Rimos.
- Mas o passado é importante... - Disse colocando minha mão em cima da coxa dela coberta por aquela calça. - Ele nos ensina muitas lições. - Disse por fim e ela abriu um sorriso, que estranho.
- Eu sei, aprendi muito... - Ela suspirou fundo. - Mas o problema mesmo é que ele é cheio de turbulências e... - Ela parecia pensar em algo, procurar palavras para e falar, então a interrompi.
- Tudo bem, não precisa falar se não quiser, vamos falar sobre nossas mães corta climas, barra estão virando amigas. - Disse e parece que ela ficou mais aliviada por não falar mais sobre seu passado nesse colégio, estranho, mas agora, não é hora.
- Você sabe, que isso vai da muita merda. - Ela disse rindo, e lambeu os lábios rapidamente e continuou falando. - Elas provavelmente já estão planejando um jantar de noivado.
- Dá até medo de imaginar. - Rimos. - Imagina as duas lá em baixo escolhendo que tipo de vinho e essas coisas. - Continuamos rindo.
- Melhor cortarmos essa amizade logo. - Ela disse séria olhando para mim, mas logo caímos na gargalhada.
- Ah mas pensa só, você com meu sobrenome... - Eu ri e ela me olhava diferente, mas continuei. - Anne Bieber, não seria tão mal. - Rimos.
- Prefiro meu sobrenome. - Ela disse mais séria, mas ainda brincava. - Sabe que eu nunca pensei nisso... - Ela disse com um olhar confuso. - Trocar meu sobrenome quando eu casar. - Ela olhou para mim e começou a rir, e eu ri da risada dela. - Acho que não vou casar não, eu amo meu sobrenome. - Ela entrelaçou os braços no meu pescoço rindo, e o sorriso dela era lindo.
- Coitado de quem for querer casar com você. - Eu disse já com uma das minhas mãos na sua cintura e a outra continuava na sua coxa.
- Mas ninguém vai querer casar comigo. - Ela disse mais próximo do meu rosto. - Eu sou uma doida varrida. - Ela fez uma careta e deu risada.
- Mas você nem é tão doida assim... - Zombei dela, e ela deu um empurrão de leve. - Foi você quem disse, mas olha para compensar, você é uma doida muito bonita por sinal. - Ela ficou mais séria e eu também.
- Você realmente é um conquistador né? - Ela riu, e eu apenas a olhei confuso. - Faz de tudo para uma mulher gostar de você, só para levar ela para cama. - Então eu entendi o que ela queria dizer, ou melhor me chamar, galinha. - Não fica ofendido, só estou dizendo o que penso... - Ela lambeu os lábios e olhou no fundo dos meus olhos. - O problema não é de você ser o famoso pegador, galinha, tanto faz. - E eu ia falar, mas ela já foi me cortando. - O problema é que você não sabe onde está se metendo. - Então toda a desconfiança sobre Anne Nercessian voltou.
- Então me diz você... - Disse bem próximo do rosto dela.
- Eu nem sempre sou assim, eu sou uma problemática, sempre estou dentro de confusões, você já deve ter percebido, só que por eu ser assim, eu não gosto de dividir ninguém... - Ela disse, ah ela queria exclusividade, ah vai sonhando, ainda mais que eu desconfio dela. - E eu já tive alguns problemas por isso. - Ela deu um sorriso sem mostrar os dentes, e chegou perto da minha orelha e deu uma leve mordida. - Eu gosto de defender o que é meu... - Disse sussurrando e segurou minha nuca com uma das suas mãos. - Gosto de exclusividade. - Continuou sussurrando, ela vai me deixar louco, ela se sentou de frente para mim e me empurrou na cama, e veio em direção do meu rosto com suas mãos dentro da minha camisa correndo pelo meu abdômen até chegar no tórax e parar, e me olhar mordendo os lábios, porra Anne. - Então Justin... - Ela ficou próxima da minha boca e apenas mordeu, e veio até minha orelha novamente. - Se me quiser... por completo... - Ela depositou um beijo no meu pescoço, ela estava me provocando e porra meu eu não conseguia falar nada. - Vai ter que ser nos meus termos. - Ela disse já um pouco alto e foi arranhando meu abdômen, até chegar no cós da minha calça e voltou a se sentar e eu levantei e segurei sua cintura rapidamente. - Eu preciso ir, da uma pensada aí. - Ela me beijou com intensidade e foi um beijo rápido e se levantou e foi em direção da porta e foi embora, e eu soltei o ar e passei as mãos sobre meu cabelo, eu preciso ter ela para mim.
- Puta merda, eu sou um Bieber, não sou de uma só, que droga. - Disse e já pensando em alguma forma de enganar ela, porque ninguém me provoca desse jeito e fica por isso mesmo. - Melhor eu tomar um banho para esfriar a cabeça. - Disse comigo mesmo, eu estou ficando maluco.
P.O.V Anne Nercessian
Sai da casa do Justin, eu tinha que fugir dele, ele realmente vai ser um "plano" mais difícil do que foi com os Vegas, puta que pariu, ele fode com minha cabeça. Abri a porta da sala, e assim que tive a visão da sala, vi o Nolan sentado no sofá assistindo TV, então ele olhou para mim e já veio na minha direção, e eu fechei a porta, senta que lá vem interrogatório.
- Caramba, você demorou... - Ele disse já próximo de mim. - Sua mãe, foi, voltou, e você ainda lá cara.
- Se minha mãe foi lá e voltou, é porque eu estava bem. - Disse entediada. - Sem interrogatórios hoje, por favor. - Disse quase implorando e eu ia sair, mas tinha que falar algo antes. - Ah, e eu sei me defender, e você mais do que ninguém sabe disso, não é mesmo? - Ele assentiu com um olhar de raiva e eu fui para o meu quarto, não preciso dessa preocupação, nunca precisei.
[...] No outro dia
Fui acordada com minha milésima soneca que havia posto, é não tem jeito preciso levantar, quando desativei a soneca, havia uma mensagem, então me escorei na cabeceira e abri a mensagem para ler.
De: J.Bieber;"Tem alguma coisa para fazer hoje? Vamos sair?"
É parece que meu ultimato ontem, deu algum resultado, eu sou ótima, mas olha não posso perder meu real foco nisso tudo... Então apenas respondi
"Sem nenhum compromisso ;) Vamos para aonde?"Destinatário: J.Bieber;
De: J.Bieber;"Bom, uma rave, gosta desse tipo de festa?"
"Clarooo, bom eu topo, que horas?"Destinatário: J.Bieber;
De: J.Bieber;"No meu portão 8:30PM"
"Ok"Destinatário: J.Bieber;
Depois disso joguei meu celular na cama, e fui fazer minhas coisas.
[...] 8:30PM
Estava esperando o Justin tirar o carro da garagem para nós irmos, eu havia colocado uma calça skinny verde musgo, com um cropped preto e uma jaqueta de couro por cima, estava com os cabelos soltos e ondulados e com uma maquiagem pesada.
[...]
Chegamos na Rave, Justin parou o carro e saímos do mesmo, paramos em frente ao VIP' vamos se dizer assim, ficamos ali encostados no carro do Justin esperando um amigo dele trazer as bebidas, olhei para traz do Justin e eu vi um garoto muito parecido com o Maikon, será que é ele? Não pode ser, deve ser coisa da minha cabeça, ou não, depois verifico isso, não posso ficar de paranoia, não agora.
- Toma, peguei para você. - Ele me entregou um black cup vazio, e encheu com uma vodka azul.
- Obrigada. - Disse já tomando um gole e observei o local e estava bastante cheio.
- Eae, Bieber. - Disse um garoto loiro chegando com uma garoto ruivo, e mais três garotas, eu os conhecia, eles foram na minha festa, Ryan e Chaz. Justin fez um toque com os dois e eu só observava bebendo tranquilamente, por que três garotas? Parece que o plano não evoluiu o tanto que pensava.
- E ai, quem são as amigas de vocês? - Justin perguntou, e eu tentei desviar meu olhar para não ver aquilo, eu só queria estar com minha arma, que eu botava essas assanhadas para correr. As meninas estavam se apresentando, enquanto todos da rodinha riam e logo o olhar do Ryan parou sobre mim.
- Eae Anne. - Ele acenou, e eu apenas acenei sem mostrar os dentes, eu estava com raiva que meu plano não estava dando certo que droga, então virei o copo da bebida, tentando relaxar, tentando pensar em algo, então fui em direção do Justin que ainda estava com a garrafa.
- Será que você pode encher para mim. - Estiquei o copo para ele. - Olá. - Dei um sorriso e olhei para todos, até para as assanhadas.
- Mas já? - Disse Justin rindo e já enchendo meu copo.
- Foi assim que eu fiquei louco na sua festa. - Disse Chaz rindo.
- Louco? - Ryan perguntou indignado rindo. - Você queria pular pelado na piscina. - Então todos riram, inclusive eu.
- Eu tenho tolerância alta a álcool. - Disse rindo e um pouco convencida, e aquilo era verdade.
- E quem é você? - Perguntou a garota que estava do lado do Justin.
- Anne, mas para você querida, só Nercessian. - Disse meio rude e eu senti o olhar do Justin me repreendendo e dei risada, ela ia falar alguma coisa, mas eu já cortei. - Bom, só vim buscar minha companhia da noite. - Disse me referindo ao copo e logo depois soltei um olhar para o Justin e voltei para aonde estava, mas ele continuou lá, só que agora, ficava olhando para mim, eu que não vou me rastejar por ele, porque o plano é ele ter confiança em mim, e não eu ser mais uma vadia dele.
[...]
Meu celular tocou, no visor "Princess", o que o Nolan queria? Olhei para o pessoal que continuava na rodinha, sai dali para atender a ligação, para ninguém ouvir.
Ligação
- Fala o que você quer, Nolan. - Eu atendi e falei um pouco alto por causa da música.
- Oi para você também. - Ele disse irônico.
- Fala logo Nolan. - Disse já rude com ele, já estou estressada, e ele vem com drama, me poupe.
- Você tem que vir para casa, vai ter uma reunião importante daqui a pouco. - Ele disse explicando e eu escutava com dificuldade por conta do som alto. - Foi marcada de última hora... - Ele ia continuar, mas eu não deixei, queria mesmo ir embora mesmo.
- Já entendi. - Disse por fim. - Vou inventar alguma coisa aqui. - Disse desligando o celular e voltando para aonde eu estava, então vi o Justin vindo em minha direção.
- Aonde você estava? - Ele perguntou autoritário, eu apenas levantei as sobrancelhas, mas não ia discutir, não agora.
- Podemos ir embora? - Disse ignorando sua pergunta.
- Por quê? - Ele perguntou confuso. - Você não esta gostando daqui?
- Não é isso... - Disse e tentando pensar em alguma desculpa. - É que eu não estou me sentindo bem.
- Ah, sério? - Ele parecia... Decepcionado, valeu pai sua reunião de merda está estragando nosso plano. - Não quer ficar mais um pouco... - Eu não ia deixar ele terminar aquela frase, já estava puta da vida.
- Quer saber a real? Quero ir embora, porque você está me rotulando aqui como trouxa, só ficou com aquela coisa. - Disse brava e quase gritando. - Não quer me levar para casa? Ótimo, não é a primeira vez que vou arranjar uma carona numa rave. - Empurrei meu copo sobre o peito dele com força, o que fez ele ir um pouco para trás, e eu sai dali brava, eu chamo um táxi, arranjo carona, foda-se.
- Anne... - Eu olhei para trás e era o Ryan, então parei. - Você já vai embora?
- Pergunta para o seu amigo babaca. - Disse jogando meu cabelo para o lado. - Eu nem devia ter vindo.
- Pô cara, fica ai, é o jeito dele, relaxa. - Disse ele todo zein e eu dei risada.
- Estou só passando raiva aqui, melhor ir ficar com seu amigo. - Disse por fim.
- Se quiser eu te levo...
- Não precisa, fica ai, vou chamar um táxi, sei lá, dou meu jeito. - Dei um sorriso amarelo.
- Certeza? - Ele perguntou desconfiado.
- Certeza, pode ir curtir sua noite. - Ele só disse um "Se cuida" e saiu, quem dera o Justin fosse mais assim. Joguei minha cabeça para trás, só não desisto desse plano, porque eu sou teimosa, porque olha, já estou no meu limite, encostei num carro qualquer e comecei a procurar algum número que pudesse me ajudar, sem me julgar, David.
- Não precisa ligar para ninguém... - Disse alguém, olhei, Justin. - Eu vou te levar. - Ele disse já perto de mim e bloqueando meu celular e abaixando mesmo. - Me desculpa, mas agradeça ao Ryan por isso.
- Só vou aceitar porque não tenho escolha. - Disse por fim e ele deu uma leve risada.
- Você sempre quer se parecer durona. - Então fomos para o seu carro e saímos dali, e o carro foi um silêncio total.
Chegamos ao condomínio, e o Justin parou o carro na frente do portão dele e eu logo sai.
- Espera, apressada. - Ele praticamente gritou e eu olhei para ele. - Você esqueceu um negócio seu lá em casa, vamos lá pegar. - Não lembro de ter esquecido nada, ue.
- Ok, depois disso vou embora. - Disse seguindo ele para a entrada da casa, quando ele abriu a porta deu a visão da sala, Pattie sentada na sala com um garoto que estava de costas para gente, ele era familiar, então quando Justin fechou a porta fez o garoto olhar para gente, merda.
- Maikon, e ai quanto tempo. - Seria ele mesmo? Olhei para o sofá e lá estava ele sentado, e agora o que eu vou fazer? Se ele me ver vai estragar tudo.
- E ai Justin, estava te esperando. - Ele disse e se levantou do sofá e a Pattie saiu da sala, quando eu ouvi a voz dele até estremeci, se ele me ver ele vai estragar tudo, me escondi atras do Justin. - Achei que não vinha hoje, sua mãe disse que você estava numa festa. - Eu ouvia os passos dele chegando mais perto da gente, e eu senti algo formigando dentro de mim, então fui com minha mão em direção da minha cintura para pegar minha... Então senti um vazio, eu não andava armada quando estava com o Bieber, droga.
- Ah, sério? - Justin falava com ele, continua assim, como vou sair dessa? - Eu não ia, é porque minha amiga passou mal... - Ele saiu da minha frente e os olhos do Maikon vidraram em mim, e eu só senti algo dentro de mim ao olhar para ele... Sede de sangue. - Anne, esse é meu amigo Maikon...
- Anne? - Ele interrompeu as formalidades do Justin - Há quanto tempo, não?. - Ele disse e deu um sorriso sarcástico.
- O que faz aqui? - Disse firme, sem deixar meu desespero transparecer na minha pergunta.
- Pergunto o mesmo. - Ele disse sério. - Parece que o destino adora um jogo, não é mesmo? - Ele riu e eu engoli seco.
- Espera... - Justin interrompeu nós dois. - Vocês se conhecem? - Ele olhou para a gente, e eu apenas engoli seco, que merda.
♦♦♦
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Vc quer me matar de curiosidade ?! Continua ta mto bom
ResponderExcluirXxxxxx May
@Zaynlovesmirror
(Sou directioner mais amo o Jus)
Cantinua logo.TT @carlamonique7
ResponderExcluirContinua to ansiosa pra saber oq vai acontecer
ResponderExcluiramei continua pf
ResponderExcluir-Isa
D+,to curiosa continua (n tenho TT)
ResponderExcluir-Gabriela
curiosa continua pf
ResponderExcluir-Karol(leitora nova)